Jornal de Brasília

Base eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o funcionalismo federal já acumula sob a gestão petista ganhos salariais que, em alguns casos, chegam a 250%, entre 2003 e este ano. No mesmo período, o índice de inflação usado para corrigir os salários aumentou 36,16%. O menor percentual aplicado aos salários dessas categorias, na fase inicial da carreira, foi 49,11%. O maior reajuste ficou em 255,06%. Esse é o caso de servidores de nível intermediário do chamado PGPE – plano que abrange a maior parte do funcionalismo. Em 2002, esses servidores, que geralmente desempenham funções burocráticas, ganhavam um salário de R$ 534,80. Em março deste ano, passaram a receber R$ 1.898,87. E olha que o levantamento não considera os efeitos da Medida Provisória 431, que promoveu aumentos para 16 carreiras, beneficiando 800 mil servidores federais, inclusive os do PGPE. A medida provisória traz ganhos remuneratórios de mais de 120% para algumas categorias do funcionalismo. Na maior parte dos casos, os reajustes vieram em resposta a greves.

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Reajustes chegam a 250%

Publicado: 29/07/2008 | 10:31


Jornal de Brasília

Base eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o funcionalismo federal já acumula sob a gestão petista ganhos salariais que, em alguns casos, chegam a 250%, entre 2003 e este ano. No mesmo período, o índice de inflação usado para corrigir os salários aumentou 36,16%. O menor percentual aplicado aos salários dessas categorias, na fase inicial da carreira, foi 49,11%. O maior reajuste ficou em 255,06%. Esse é o caso de servidores de nível intermediário do chamado PGPE – plano que abrange a maior parte do funcionalismo.
Em 2002, esses servidores, que geralmente desempenham funções burocráticas, ganhavam um salário de R$ 534,80. Em março deste ano, passaram a receber R$ 1.898,87. E olha que o levantamento não considera os efeitos da Medida Provisória 431, que promoveu aumentos para 16 carreiras, beneficiando 800 mil servidores federais, inclusive os do PGPE. A medida provisória traz ganhos remuneratórios de mais de 120% para algumas categorias do funcionalismo. Na maior parte dos casos, os reajustes vieram em resposta a greves.