Jornal de Brasília

Cerca de mil professores e servidores da Secretaria de Educação do DF estão sendo investigados. Há suspeita de que eles teriam prestado informações falsas sobre os seus endereços residenciais para serem beneficiados com vale-transporte de maior valor. Uma comissão apura a irregularidade e cruza os dados prestados pelos servidores com os que constam na declaração de Imposto de Renda. Um dos investigados, que corre o risco, inclusive, de perder o emprego, é professor que declarou no formulário de requerimento de vale-transporte morar em Luziânia (GO). Mas, na declaração de Imposto de Renda, o professor dizia ser  morador de Taguatinga. Questionado sobre o motivo dessa diferença de informação, ele informou que morava nos dois endereços: "Sou casado legalmente em Taguatinga e convivo concubinamente em Luziânia". Desde o ano passado, a secretaria investiga professores e funcionários que recebem entre R$ 600 e R$ 1 mil em vale-transporte. A Corregedoria-Geral já determinou a abertura de processo administrativo disciplinar e deixa o alerta. Por mês, o GDF gasta R$ 7 milhões com a concessão de vale-transporte a seus servidores.

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Fraude no vale-transporte

Publicado: 30/07/2008 | 09:47


Jornal de Brasília

Cerca de mil professores e servidores da Secretaria de Educação do DF estão sendo investigados. Há suspeita de que eles teriam prestado informações falsas sobre os seus endereços residenciais para serem beneficiados com vale-transporte de maior valor. Uma comissão apura a irregularidade e cruza os dados prestados pelos servidores com os que constam na declaração de Imposto de Renda. Um dos investigados, que corre o risco, inclusive, de perder o emprego, é professor que declarou no formulário de requerimento de vale-transporte morar em Luziânia (GO). Mas, na declaração de Imposto de Renda, o professor dizia ser  morador de Taguatinga. Questionado sobre o motivo dessa diferença de informação, ele informou que morava nos dois endereços: "Sou casado legalmente em Taguatinga e convivo concubinamente em Luziânia". Desde o ano passado, a secretaria investiga professores e funcionários que recebem entre R$ 600 e R$ 1 mil em vale-transporte. A Corregedoria-Geral já determinou a abertura de processo administrativo disciplinar e deixa o alerta. Por mês, o GDF gasta R$ 7 milhões com a concessão de vale-transporte a seus servidores.