Fonte: Diap

Os bancários do Distrito Federal fazem paralisação hoje (30). Ainda não há definição sobre a duração. A continuidade depende de uma assembléia que será realizada no fim da tarde. A categoria pede reposição da inflação, aumento salarial real de 5%, definição de plano de carreira e aumento do piso salarial de R$ 921 para R$ 1.497 neste ano.

 

Os bancários reivindicam, ainda, aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos valores do vale-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche e cumprimento da jornada de seis horas, e não de oito, como é praticado hoje, de acordo com o diretor do Coletivo Banco do Brasil, Eduardo Araújo.

 

A proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi de um aumento de 7,5%. “Nenhuma das outras questões foi colocada, como o aumento do piso salarial, da PLR, e não houve proposta de implantação de plano de cargos e salários”, conforme Araújo.

 

A assembléia, desta segunda-feira (29), que terminou por volta das 21h, reuniu mais de duas mil pessoas e todos foram "unânimes em fazer a greve, rejeitando a proposta", segundo o diretor.

 

Os sindicatos de todos os estados estão com indicativo de greve para hoje. A maioria vai decidir se a paralisação será por tempo indeterminado ou não.

 

Categoia se reúne novamente hoje, na Praça do Cebolão, no SBS, para examinar se continuam ou não a paralisação por tempo indeterminado. A assembléia está marcada para começar às 18h.

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Bancários do Distrito Federal paralisam as atividades hoje

Publicado: 30/09/2008 | 10:52


Fonte: Diap

Os bancários do Distrito Federal fazem paralisação hoje (30). Ainda não há definição sobre a duração. A continuidade depende de uma assembléia que será realizada no fim da tarde. A categoria pede reposição da inflação, aumento salarial real de 5%, definição de plano de carreira e aumento do piso salarial de R$ 921 para R$ 1.497 neste ano.

 

Os bancários reivindicam, ainda, aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos valores do vale-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche e cumprimento da jornada de seis horas, e não de oito, como é praticado hoje, de acordo com o diretor do Coletivo Banco do Brasil, Eduardo Araújo.

 

A proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi de um aumento de 7,5%. “Nenhuma das outras questões foi colocada, como o aumento do piso salarial, da PLR, e não houve proposta de implantação de plano de cargos e salários”, conforme Araújo.

 

A assembléia, desta segunda-feira (29), que terminou por volta das 21h, reuniu mais de duas mil pessoas e todos foram "unânimes em fazer a greve, rejeitando a proposta", segundo o diretor.

 

Os sindicatos de todos os estados estão com indicativo de greve para hoje. A maioria vai decidir se a paralisação será por tempo indeterminado ou não.

 

Categoia se reúne novamente hoje, na Praça do Cebolão, no SBS, para examinar se continuam ou não a paralisação por tempo indeterminado. A assembléia está marcada para começar às 18h.