Plano de carreira em discussão
Coluna - Maria Eugênia
Jornal de Brasília
O plano de carreira dos servidores do Tribunal de Contas da União (TCU) foi pauta de encontro entre o presidente do Sindilegis, Magno Mello, e o deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS). Como relator da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, o parlamentar fez importantes considerações quanto à condução do projeto junto ao colegiado. “O Executivo está em vias de enviar ao Congresso, por medida provisória, inúmeras reestruturações de suas carreiras, o que poderá vir ao encontro da proposta de reformulação da carreira dos servidores do TCU. Trabalharei para que se promova um tratamento homogêneo entre a carreira do tribunal e as que envolvam atividades exclusivas de Estado no âmbito do Poder Executivo”, sugeriu Zimmermann. “Para que não pese na apreciação do projeto o impacto orçamentário causado, proporei que a equivalência se estenda ao estabelecimento de um cronograma isonômico de prazos para implementação dos reajustes”, complementou. Para Magno Mello, as propostas são compatíveis com os interesses dos servidores e com a abordagem que a Corte de Contas vem atribuindo ao assunto.
Jornal de Brasília
O plano de carreira dos servidores do Tribunal de Contas da União (TCU) foi pauta de encontro entre o presidente do Sindilegis, Magno Mello, e o deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS). Como relator da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, o parlamentar fez importantes considerações quanto à condução do projeto junto ao colegiado. “O Executivo está em vias de enviar ao Congresso, por medida provisória, inúmeras reestruturações de suas carreiras, o que poderá vir ao encontro da proposta de reformulação da carreira dos servidores do TCU. Trabalharei para que se promova um tratamento homogêneo entre a carreira do tribunal e as que envolvam atividades exclusivas de Estado no âmbito do Poder Executivo”, sugeriu Zimmermann. “Para que não pese na apreciação do projeto o impacto orçamentário causado, proporei que a equivalência se estenda ao estabelecimento de um cronograma isonômico de prazos para implementação dos reajustes”, complementou. Para Magno Mello, as propostas são compatíveis com os interesses dos servidores e com a abordagem que a Corte de Contas vem atribuindo ao assunto.
