Em 2008, o ICV-Dieese, calculado para o município de São Paulo, acumulou alta de 6,11%, enquanto em 2007 a variação ficou em 4,80%. A taxa registrada no último ano representa a maior elevação anual apurada desde 2004, quando correspondeu a 7,70%.

No entanto, em comparação com o aumento acumulado para o período de 12 meses encerrado em novembro, houve queda, uma vez que naquele mês a variação acumulada entre dezembro de 2007 e novembro de 2008 era de 7,16%.

Além do índice geral, o Dieese calcula mais três indicadores de inflação, segundo tercis da renda das famílias paulistanas. O estrato 1, que corresponde à estrutura de gastos de 1/3 das famílias mais pobres (renda média = R$ 377,49*), apresentou nos 12 meses de 2008, o maior aumento - de 6,75%.

Para o estrato 2 - que contempla os gastos das famílias com nível intermediário de rendimento (renda média = R$ 934,17*), a taxa ficou em 6,16%. Já o estrato 3, que reúne as famílias de maior poder aquisitivo (renda média = R$ 2.792,90*), registrou a menor variação, de 5,92%. (Fonte: Dieese)

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Em 2008, ICV Dieese fica em 6,11%, maior índice desde 2004

Publicado: 13/01/2009 | 09:22


 Sáb, 10 de Janeiro de 2009 18:37

Em 2008, o ICV-Dieese, calculado para o município de São Paulo, acumulou alta de 6,11%, enquanto em 2007 a variação ficou em 4,80%. A taxa registrada no último ano representa a maior elevação anual apurada desde 2004, quando correspondeu a 7,70%.

No entanto, em comparação com o aumento acumulado para o período de 12 meses encerrado em novembro, houve queda, uma vez que naquele mês a variação acumulada entre dezembro de 2007 e novembro de 2008 era de 7,16%.

Além do índice geral, o Dieese calcula mais três indicadores de inflação, segundo tercis da renda das famílias paulistanas. O estrato 1, que corresponde à estrutura de gastos de 1/3 das famílias mais pobres (renda média = R$ 377,49*), apresentou nos 12 meses de 2008, o maior aumento - de 6,75%.

Para o estrato 2 - que contempla os gastos das famílias com nível intermediário de rendimento (renda média = R$ 934,17*), a taxa ficou em 6,16%. Já o estrato 3, que reúne as famílias de maior poder aquisitivo (renda média = R$ 2.792,90*), registrou a menor variação, de 5,92%. (Fonte: Dieese)