Enquanto para fazer frente aos efeitos aqui da crise econômico-financeira internacional o Governo Lula corretamente anuncia a dotação de mais R$ 3 bilhões à Caixa Econômica Federal (CEF) para a construção de 70 mil casas populares, o governador tucano de São Paulo, José Serra, age na contramão do bom senso.

Serra (PSDB) arranhou definitivamente seu discurso, a imagem que esculpiu ao longo de todos esses anos apresentando-se como um social democrata diferenciado dos liberais tucanos, e meteu a tesoura no Orçamento/2009 do Estado: anunciou um gigantesco corte orçamentário de nada menos que R$ 1,57 bi. Pior que isso, é um corte no qual as áreas sociais são as mais atingidas.

Serra agiu à imagem e semelhança do sempre propagado pelos governos e príncipes do tucanato que nunca tem preocupação e nem dão prioridade ao setor - ao contrário, a obsessão é conter déficit público, cortar gastos e mutilar orçamento.

No corte do governador paulista, a área de transportes, a que dá obras mais vistosas, plataforma e vitrine dos projetos do presidenciável Serra, foi das menos atingidas.

Já as áreas sociais, que nunca constituem paixão dos tucanos, sofreram forte ação da tesoura: foram postos nessa geladeira do congelamento 18% do orçamento da Secretaria de Assistência Social e 10% da área de habitação. (Fonte: Sítio do Zé Dirceu)

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Lula libera R$ 3 bi para o social; Serra corta R$ 1,57 bi

Publicado: 13/01/2009 | 09:28


 Sáb, 10 de Janeiro de 2009 18:07

Enquanto para fazer frente aos efeitos aqui da crise econômico-financeira internacional o Governo Lula corretamente anuncia a dotação de mais R$ 3 bilhões à Caixa Econômica Federal (CEF) para a construção de 70 mil casas populares, o governador tucano de São Paulo, José Serra, age na contramão do bom senso.

Serra (PSDB) arranhou definitivamente seu discurso, a imagem que esculpiu ao longo de todos esses anos apresentando-se como um social democrata diferenciado dos liberais tucanos, e meteu a tesoura no Orçamento/2009 do Estado: anunciou um gigantesco corte orçamentário de nada menos que R$ 1,57 bi. Pior que isso, é um corte no qual as áreas sociais são as mais atingidas.

Serra agiu à imagem e semelhança do sempre propagado pelos governos e príncipes do tucanato que nunca tem preocupação e nem dão prioridade ao setor - ao contrário, a obsessão é conter déficit público, cortar gastos e mutilar orçamento.

No corte do governador paulista, a área de transportes, a que dá obras mais vistosas, plataforma e vitrine dos projetos do presidenciável Serra, foi das menos atingidas.

Já as áreas sociais, que nunca constituem paixão dos tucanos, sofreram forte ação da tesoura: foram postos nessa geladeira do congelamento 18% do orçamento da Secretaria de Assistência Social e 10% da área de habitação. (Fonte: Sítio do Zé Dirceu)