Com 57 votos favoráveis e um contrário, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) foi reconduzido nesta quarta-feira (4), pela quarta vez consecutiva, ao comando da Corregedoria Parlamentar - cargo que ocupa desde 2002, quando foi instalado o órgão. O cargo de corregedor é preenchido por indicação da Mesa do Senado e independe de partidos ou acordo de lideranças. O mandato é de dois anos, coincidindo com o do presidente da Casa.

Tuma disse que tem sido confirmado no cargo todos esses anos devido ao reconhecimento dos senadores pelo trabalho que desenvolveu na Corregedoria. O senador também credita ao fato de ter sido policial por 50 anos a sua vocação natural para o cargo. Ele assinalou que tem procurado trabalhar com honradez e dignidade, além de respeito aos senadores e à população, não deixando de investigar qualquer tipo de acusação para que o Conselho de Ética possa dar andamento no processo de apuração.

- Espero que haja tranquilidade no Senado e que ninguém cometa nenhum deslize - disse.

Tuma lamentou que não possam ser apurados os delitos cometidos pelo parlamentar antes de assumir o mandato.

- Eu sou contra. Eu acho que ninguém pode abrir mão da ética e da dignidade desde o começo da vida e, principalmente, no desenvolvimento de uma atividade representativa do povo - afirmou.

Da Redação / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Tuma é reconduzido pela quarta vez ao cargo de corregedor parlamentar

Publicado: 5/03/2009 | 10:01


 Com 57 votos favoráveis e um contrário, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) foi reconduzido nesta quarta-feira (4), pela quarta vez consecutiva, ao comando da Corregedoria Parlamentar - cargo que ocupa desde 2002, quando foi instalado o órgão. O cargo de corregedor é preenchido por indicação da Mesa do Senado e independe de partidos ou acordo de lideranças. O mandato é de dois anos, coincidindo com o do presidente da Casa.

Tuma disse que tem sido confirmado no cargo todos esses anos devido ao reconhecimento dos senadores pelo trabalho que desenvolveu na Corregedoria. O senador também credita ao fato de ter sido policial por 50 anos a sua vocação natural para o cargo. Ele assinalou que tem procurado trabalhar com honradez e dignidade, além de respeito aos senadores e à população, não deixando de investigar qualquer tipo de acusação para que o Conselho de Ética possa dar andamento no processo de apuração.

- Espero que haja tranquilidade no Senado e que ninguém cometa nenhum deslize - disse.

Tuma lamentou que não possam ser apurados os delitos cometidos pelo parlamentar antes de assumir o mandato.

- Eu sou contra. Eu acho que ninguém pode abrir mão da ética e da dignidade desde o começo da vida e, principalmente, no desenvolvimento de uma atividade representativa do povo - afirmou.

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)