Dom, 08 de Março de 2009 12:06

 

O vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch, candidato ao cargo de presidente da entidade no seu 10º Congresso, disse que um dos pontos de destaque do evento será a discussão sobre as centrais sindicais que hoje fazem parte da base do movimento sindical do campo.

O Congresso será realizado entre os dias 10 e 14 de março, em Brasília vai debater também questões e desafios relacionados ao movimento sindical dos trabalhadores rurais e definir, entre outros temas, as políticas, internas e externas, a serem desenvolvidas para implementar o Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (PADRSS).

Cerca de 3.500 trabalhadores rurais de todo o país vão participar do evento. Entre as principais propostas estão o fortalecimento da educação no campo, as melhores condições para os assalariados do setor canavieiro e da fruticultura e o cumprimento do estatuto do idoso.

O evento será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, localizado no Eixo Monumental. Neste Congresso a entidade pretende "construir" estratégias, denominadas de planos de lutas, que orientarão as políticas do movimento sindical rural nos próximos anos.

Durante a programação do evento será realizada a eleição da nova diretoria da Contag. Com a proposta de compartilhar as opiniões e democratizar as idéias do movimento sindical, foi formada apenas uma chapa para as eleições da entidade.

O presidente da Contag, Manoel dos Santos, fala desse processo com entusiasmo.

"Avalio como um momento novo porque em alguns congressos anteriores tivemos blocos de opiniões que não chegavam a um consenso. Agora, a realidade é diferente porque prezamos pela continuação da construção da unidade com diversidade de opinião", disse. O vice-presidente Alberto Broch concorda com Manoel dos Santos.

Ele acredita que a diversidade enriquece as discussões do movimento sindical dos trabalhadores rurais.

"Queria valorizar esse processo e ao mesmo tempo colocar que para mim também é um desafio. Então, ao mesmo tempo em que sentimos essa responsabilidade sabemos dos grandes desafios, nos animamos e estamos dispostos a enfrentar a luta", afirma. (Fonte: Tribuna do Norte, no blog O outro lado da notícia)

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Contag debaterá centrais sindicais em seu 10º Congresso

Publicado: 9/03/2009 | 10:37


Dom, 08 de Março de 2009 12:06

 

O vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch, candidato ao cargo de presidente da entidade no seu 10º Congresso, disse que um dos pontos de destaque do evento será a discussão sobre as centrais sindicais que hoje fazem parte da base do movimento sindical do campo.

O Congresso será realizado entre os dias 10 e 14 de março, em Brasília vai debater também questões e desafios relacionados ao movimento sindical dos trabalhadores rurais e definir, entre outros temas, as políticas, internas e externas, a serem desenvolvidas para implementar o Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (PADRSS).

Cerca de 3.500 trabalhadores rurais de todo o país vão participar do evento.
Entre as principais propostas estão o fortalecimento da educação no campo, as melhores condições para os assalariados do setor canavieiro e da fruticultura e o cumprimento do estatuto do idoso.

O evento será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, localizado no Eixo Monumental. Neste Congresso a entidade pretende "construir" estratégias, denominadas de planos de lutas, que orientarão as políticas do movimento sindical rural nos próximos anos.

Durante a programação do evento será realizada a eleição da nova diretoria da Contag. Com a proposta de compartilhar as opiniões e democratizar as idéias do movimento sindical, foi formada apenas uma chapa para as eleições da entidade.

O presidente da Contag, Manoel dos Santos, fala desse processo com entusiasmo.

"Avalio como um momento novo porque em alguns congressos anteriores tivemos blocos de opiniões que não chegavam a um consenso. Agora, a realidade é diferente porque prezamos pela continuação da construção da unidade com diversidade de opinião", disse. O vice-presidente Alberto Broch concorda com Manoel dos Santos.

Ele acredita que a diversidade enriquece as discussões do movimento sindical dos trabalhadores rurais.

"Queria valorizar esse processo e ao mesmo tempo colocar que para mim também é um desafio. Então, ao mesmo tempo em que sentimos essa responsabilidade sabemos dos grandes desafios, nos animamos e estamos dispostos a enfrentar a luta", afirma. (Fonte: Tribuna do Norte, no blog O outro lado da notícia)