"A curva do emprego voltou a ser ascendente. O crescimento do mercado de trabalho é sinal de recuperação da economia brasileira, e esta recuperação é resultado do volume de investimentos que o Governo vem promovendo em favor do trabalhador brasileiro",

disse o ministro

 

Os números do seguro-desemprego no primeiro trimestre de 2009, anunciados na última quinta-feira (9), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, apontam a tendência de queda no número de requerimentos.   De janeiro a março os pedidos vêm caindo, confirmando o estancamento da crise no mercado de trabalho apontada por Lupi, baseado nos dados mensais do Cadastro Geral de empregados e Desempregados (Caged).

 

 

 

"Estes dados comprovam que o Brasil começou a inversão do processo negativo da empregabilidade. O Caged ficou ligeiramente positivo em fevereiro e vai ficar mais positivo em março. Todos os dados começam a confirmar as afirmações já feitas por mim desde o início do ano", analisou Lupi.

 

A evolução mensal confirma a recuperação na geração de empregos no Brasil. Em março de 2009 o número de requerimentos já foi menor do que no mesmo período de 2008. "A curva do emprego voltou a ser ascendente. O crescimento do mercado de trabalho é sinal de recuperação da economia brasileira, e esta recuperação é resultado do volume de investimentos que o Governo vem promovendo em favor do trabalhador brasileiro", disse o ministro.

 

Em janeiro deste ano, a marca de 705.737 segurados superou a de 2008, com 599.590, reflexo do fechamento de 654 mil vagas em dezembro último. Em fevereiro foram beneficiados 579.842 trabalhadores, mais do que os 534.019 de 2008, porém, voltando a índices páreos.

Em março, o número de trabalhadores que precisaram de Seguro-Desemprego (566.140) foi 1,5% menor do que o mesmo mês em 2008 (582.464), indicando estancamento das demissões.

 

No trimestre, o Governo desembolsou R$ 4,3 bilhões com o pagamento do benefício aos trabalhadores, enquanto em 2008 foram disponibilizados R$ 3,2 bilhões (sem levar em conta o aumento do salário mínimo).

 

Mas de 80% do volume de solicitações estão concentradas nos mesmos 11 estados levando-se em conta os dois últimos anos, com pequenas variações percentuais: SP, MG, PR, RJ, RS, BA, SC, GO, PE, CE, ES. São Paulo lidera o ranking de pedidos, com 29,3% das requisições, seguido por Minas Gerais (13,3%), Paraná (7,3%) e Rio de Janeiro (6,3%).

 

Bolsa Qualificação cresce dez vezes e se destaca como alternativa A utilização da Bolsa Qualificação, programa do Ministério do Trabalho e Emprego, cresceu dez vezes no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008. Este ano 9.130 trabalhadores foram beneficiados, enquanto entre janeiro e março do ano passado foram registrados 911 segurados.

 

Os trabalhadores inclusos no programa têm contrato de trabalho suspenso e passam por cursos de qualificação durante até cinco meses, para em seguida retomarem suas atividades normalmente.

 

"Essa modalidade tem um fator positivo, pois representa acordo entre empresa e trabalhador, o que significa que não há perda de postos de trabalho", afirmou Carlos Lupi.

 

Este ano já foram investidos R$ 11,9 milhões. No primeiro trimestre de 2008 a verba disponibilizada à qualificação dos trabalhadores com contrato de trabalho suspenso foi de R$ 1,123 milhões. O aumento mostra que a Bolsa foi amplamente procurada por empresas que optaram por não demitir seus funcionários durante o período de queda brusca na produção por conta da instabilidade econômica mundial.

 

Em 2008, apenas empresas do Rio de Janeiro e Paraná solicitaram a Bolsa Qualificação. Este ano, 12 estados e o Distrito Federal entraram na lista de requerentes: AM, BA, DF, ES, GO, MG, MS, PA, PI, PR, RJ, RS, SP. O Paraná lidera o ranking, com 3.296 trabalhadores segurados no trimestre, seguido por São Paulo, com 2.610, e Minas Gerais, com 1.024.

 

Bolsa Qualificação Esta modalidade de seguro-desemprego é concedida a trabalhadores com contrato de trabalho suspenso temporariamente, que têm direito a receber até cinco parcelas similares às do seguro-desemprego, enquanto participa de cursos de qualificação profissional.

Fonte: MTE

" />

Números do seguro-desemprego confirmam queda nas demissões

Publicado: 13/04/2009 | 09:24


 

"A curva do emprego voltou a ser ascendente. O crescimento do mercado de trabalho é sinal de recuperação da economia brasileira, e esta recuperação é resultado do volume de investimentos que o Governo vem promovendo em favor do trabalhador brasileiro",

disse o ministro

 

Os números do seguro-desemprego no primeiro trimestre de 2009, anunciados na última quinta-feira (9), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, apontam a tendência de queda no número de requerimentos.
 
De janeiro a março os pedidos vêm caindo, confirmando o estancamento da crise no mercado de trabalho apontada por Lupi, baseado nos dados mensais do Cadastro Geral de empregados e Desempregados (Caged).

 

 

 

"Estes dados comprovam que o Brasil começou a inversão do processo negativo da empregabilidade. O Caged ficou ligeiramente positivo em fevereiro e vai ficar mais positivo em março. Todos os dados começam a confirmar as afirmações já feitas por mim desde o início do ano", analisou Lupi.

 

A evolução mensal confirma a recuperação na geração de empregos no Brasil. Em março de 2009 o número de requerimentos já foi menor do que no mesmo período de 2008.

"A curva do emprego voltou a ser ascendente. O crescimento do mercado de trabalho é sinal de recuperação da economia brasileira, e esta recuperação é resultado do volume de investimentos que o Governo vem promovendo em favor do trabalhador brasileiro", disse o ministro.

 

Em janeiro deste ano, a marca de 705.737 segurados superou a de 2008, com 599.590, reflexo do fechamento de 654 mil vagas em dezembro último. Em fevereiro foram beneficiados 579.842 trabalhadores, mais do que os 534.019 de 2008, porém, voltando a índices páreos.

Em março, o número de trabalhadores que precisaram de Seguro-Desemprego (566.140) foi 1,5% menor do que o mesmo mês em 2008 (582.464), indicando estancamento das demissões.

 

No trimestre, o Governo desembolsou R$ 4,3 bilhões com o pagamento do benefício aos trabalhadores, enquanto em 2008 foram disponibilizados R$ 3,2 bilhões (sem levar em conta o aumento do salário mínimo).

 

Mas de 80% do volume de solicitações estão concentradas nos mesmos 11 estados levando-se em conta os dois últimos anos, com pequenas variações percentuais: SP, MG, PR, RJ, RS, BA, SC, GO, PE, CE, ES. São Paulo lidera o ranking de pedidos, com 29,3% das requisições, seguido por Minas Gerais (13,3%), Paraná (7,3%) e Rio de Janeiro (6,3%).

 

Bolsa Qualificação cresce dez vezes e se destaca como alternativa
A utilização da Bolsa Qualificação, programa do Ministério do Trabalho e Emprego, cresceu dez vezes no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008. Este ano 9.130 trabalhadores foram beneficiados, enquanto entre janeiro e março do ano passado foram registrados 911 segurados.

 

Os trabalhadores inclusos no programa têm contrato de trabalho suspenso e passam por cursos de qualificação durante até cinco meses, para em seguida retomarem suas atividades normalmente.

 

"Essa modalidade tem um fator positivo, pois representa acordo entre empresa e trabalhador, o que significa que não há perda de postos de trabalho", afirmou Carlos Lupi.

 

Este ano já foram investidos R$ 11,9 milhões. No primeiro trimestre de 2008 a verba disponibilizada à qualificação dos trabalhadores com contrato de trabalho suspenso foi de R$ 1,123 milhões. O aumento mostra que a Bolsa foi amplamente procurada por empresas que optaram por não demitir seus funcionários durante o período de queda brusca na produção por conta da instabilidade econômica mundial.

 

Em 2008, apenas empresas do Rio de Janeiro e Paraná solicitaram a Bolsa Qualificação. Este ano, 12 estados e o Distrito Federal entraram na lista de requerentes: AM, BA, DF, ES, GO, MG, MS, PA, PI, PR, RJ, RS, SP. O Paraná lidera o ranking, com 3.296 trabalhadores segurados no trimestre, seguido por São Paulo, com 2.610, e Minas Gerais, com 1.024.

 

Bolsa Qualificação
Esta modalidade de seguro-desemprego é concedida a trabalhadores com contrato de trabalho suspenso temporariamente, que têm direito a receber até cinco parcelas similares às do seguro-desemprego, enquanto participa de cursos de qualificação profissional.

Fonte: MTE