O diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, publica um artigo na Folha de S. Paulo desta terça-feira sob o título "Redução de custos".

 

É chumbo grosso contra a política de reajustes aos trabalhadores do setor público implantada por governos municipais, estaduais e federal.

 

Seguem dois parágrafos:

 

Atuação mais eficiente exige também o controle de gastos correntes, entre eles os reajustes de salários de servidores, nos três níveis de governo. Quem se der ao trabalho de fazer uma busca no Google Notícias, escrevendo a expressão "reajuste dos servidores", verá que, só na última semana, o site registrou 879 notícias sobre esse tema, numa constatação de que as reivindicações de reajustes se espalham por todo o país, em Estados e municípios. Nos últimos dois anos, segundo levantamento da Folha, os gastos com servidores do Executivo cresceram 25,2% nos Estados e 26% nos municípios, para uma inflação de 10,6% no período.

 

Na maioria dos casos, os pedidos de aumentos dos servidores são justificáveis, dadas as remunerações historicamente baixas. Mas, na atual situação de crise, cabe também aos servidores a responsabilidade de zelar pela condição financeira do setor público. Até porque não adianta conseguir gordos reajustes se depois o Estado vier a quebrar.

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É guerra! Steinbruch que o diga...

Publicado: 15/04/2009 | 09:50


 O diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, publica um artigo na Folha de S. Paulo desta terça-feira sob o título "Redução de custos".

 

É chumbo grosso contra a política de reajustes aos trabalhadores do setor público implantada por governos municipais, estaduais e federal.

 

Seguem dois parágrafos:

 

Atuação mais eficiente exige também o controle de gastos correntes, entre eles os reajustes de salários de servidores, nos três níveis de governo. Quem se der ao trabalho de fazer uma busca no Google Notícias, escrevendo a expressão "reajuste dos servidores", verá que, só na última semana, o site registrou 879 notícias sobre esse tema, numa constatação de que as reivindicações de reajustes se espalham por todo o país, em Estados e municípios. Nos últimos dois anos, segundo levantamento da Folha, os gastos com servidores do Executivo cresceram 25,2% nos Estados e 26% nos municípios, para uma inflação de 10,6% no período.

 

Na maioria dos casos, os pedidos de aumentos dos servidores são justificáveis, dadas as remunerações historicamente baixas. Mas, na atual situação de crise, cabe também aos servidores a responsabilidade de zelar pela condição financeira do setor público. Até porque não adianta conseguir gordos reajustes se depois o Estado vier a quebrar.