Excluídos
Jornal de Brasília
Maria Eugênia
Os 1,3 mil professores civis que lecionam nos 12 colégios militares espalhados pelo Brasil foram surpreendidos com a decisão do Governo Federal de excluí-los das negociações que resultaram na nova tabela salarial para os docentes federais das Escolas Técnicas, Agrotécnicas e Centros Federais de Educação Tecnológica, administradas pelo MEC. Regidos pela Lei 8.112, eles sempre integraram a categoria, recebendo salários equivalentes de acordo com a titulação e tempo de serviço. Agora, receberam a informação de que um novo plano de carreira seria criado para eles. Só que a proposta que o governo está fazendo prevê salários menores do que os pagos aos professores do MEC (com titulação e tempo de serviço semelhantes). A categoria pede socorro.
Maria Eugênia
Os 1,3 mil professores civis que lecionam nos 12 colégios militares espalhados pelo Brasil foram surpreendidos com a decisão do Governo Federal de excluí-los das negociações que resultaram na nova tabela salarial para os docentes federais das Escolas Técnicas, Agrotécnicas e Centros Federais de Educação Tecnológica, administradas pelo MEC. Regidos pela Lei 8.112, eles sempre integraram a categoria, recebendo salários equivalentes de acordo com a titulação e tempo de serviço. Agora, receberam a informação de que um novo plano de carreira seria criado para eles. Só que a proposta que o governo está fazendo prevê salários menores do que os pagos aos professores do MEC (com titulação e tempo de serviço semelhantes). A categoria pede socorro.
