Representantes da CUT e UGT defenderam, na última quarta-feira (22), a ratificação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) como forma de manter os empregos nesse período de crise econômica.

 

A Convenção 151 se refere à organização sindical e ao processo de negociação dos trabalhadores do serviço público e a Convenção 158 protege os trabalhadores do setor privado contra demissões imotivadas. Os dirigentes sindicais participaram de audiência pública na comissão especial que analisa os efeitos da crise nos serviços e empregos.

 

O presidente da CUT, Artur Henrique, defendeu também a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. "Essa medida gera emprego, melhora as relações de trabalho e reduz os riscos de acidente", justificou. Artur defendeu ainda que essa redução deve acontecer sem a diminuição salarial.

 

A proposta da redução da jornada, sem redução salarial, tem o apoio do relator da comissão especial, deputado Vicentinho (PT/SP).

 

"Neste momento de crise é fundamental não haver redução salarial. O Brasil foi um dos últimos países a enfrentar os efeitos da crise porque a política econômica implantada pelo governo Lula melhorou o poder de compra do trabalhador".

 

E continua: "Quando a crise começou lá fora o nosso mercado interno ainda estava aquecido", explicou Vicentinho. Ele acrescentou que seremos também os primeiros a sair da crise por causa do poder de consumo dos brasileiros.

Fonte: Agência Informes

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Em audiência, dirigentes defendem ratificação das convenções da OIT

Publicado: 24/04/2009 | 09:07


 

Representantes da CUT e UGT defenderam, na última quarta-feira (22), a ratificação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) como forma de manter os empregos nesse período de crise econômica.

 

A Convenção 151 se refere à organização sindical e ao processo de negociação dos trabalhadores do serviço público e a Convenção 158 protege os trabalhadores do setor privado contra demissões imotivadas.

Os dirigentes sindicais participaram de audiência pública na comissão especial que analisa os efeitos da crise nos serviços e empregos.

 

O presidente da CUT, Artur Henrique, defendeu também a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

"Essa medida gera emprego, melhora as relações de trabalho e reduz os riscos de acidente", justificou.

Artur defendeu ainda que essa redução deve acontecer sem a diminuição salarial.

 

A proposta da redução da jornada, sem redução salarial, tem o apoio do relator da comissão especial, deputado Vicentinho (PT/SP).

 

"Neste momento de crise é fundamental não haver redução salarial. O Brasil foi um dos últimos países a enfrentar os efeitos da crise porque a política econômica implantada pelo governo Lula melhorou o poder de compra do trabalhador".

 

E continua: "Quando a crise começou lá fora o nosso mercado interno ainda estava aquecido", explicou Vicentinho. Ele acrescentou que seremos também os primeiros a sair da crise por causa do poder de consumo dos brasileiros.

Fonte: Agência Informes