O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira que está na agenda no governo regulamentar ainda neste ano as muitas ferramentas de avaliação de desempenho do servidor submetidas ou não a consultas públicas. PB falou pela manhã a rádios de todo o país no programa Bom dia Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação(EBC). Segundo ele, isso faz parte da política de gestão implantada pelo ministério e está em linha com o que prevê a Constituição. "A Constituição já prevê contratos de desempenho na administração pública, mas isso nunca foi regulamentado", resumiu. Nas palavras de Bernardo, o objetivo é premiar os melhores, o que resultará em gratificações para os funcionários ou mais autonomia para o órgão. O ministro voltou a destacar o compromisso do governo em pagar a segunda parcela do reajuste salarial acordado com o funcionalismo, prevista para julho, e afirmou que o servidor e os sindicatos podem até não admitir publicamente, mas sabem que "a situação é muito melhor do que era antes". Ouça aqui o áudio da entrevista. As declarações do ministro sobre o funcionalismo começam a partir do minuto 39.

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Quinta-feira, 21 de maio de 2009

Publicado: 22/05/2009 | 09:46


 O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira que está na agenda no governo regulamentar ainda neste ano as muitas ferramentas de avaliação de desempenho do servidor submetidas ou não a consultas públicas. PB falou pela manhã a rádios de todo o país no programa Bom dia Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação(EBC).

Segundo ele, isso faz parte da política de gestão implantada pelo ministério e está em linha com o que prevê a Constituição. "A Constituição já prevê contratos de desempenho na administração pública, mas isso nunca foi regulamentado", resumiu.

Nas palavras de Bernardo, o objetivo é premiar os melhores, o que resultará em gratificações para os funcionários ou mais autonomia para o órgão.

O ministro voltou a destacar o compromisso do governo em pagar a segunda parcela do reajuste salarial acordado com o funcionalismo, prevista para julho, e afirmou que o servidor e os sindicatos podem até não admitir publicamente, mas sabem que "a situação é muito melhor do que era antes".

Ouça aqui o áudio da entrevista. As declarações do ministro sobre o funcionalismo começam a partir do minuto 39.