Os funcionários do INSS em São Paulo fazem hoje assembleia estadual para definir a data em que técnicos e analistas do estado entrarão em greve.

 

No mesmo dia, a paralisação deverá ser confirmada. Os servidores protestam contra a redução de salários e a alteração da jornada de trabalho.

 

Segundo o Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência de São Paulo), a paralisação deve ocorrer no dia 16, data em que está programada a mobilização nacional da categoria.

 

A greve, porém, pode ser antecipada para o dia 9.

 

No Estado, a greve pode paralisar 6.132 técnicos e analistas. Com a paralisação, o atendimento das agências e a concessão de benefícios ficarão comprometidos.

 

A greve pode afetar até o trabalho dos 1.260 peritos médicos do estado, que não participam da mobilização, mas dependem do trabalho prévio dos servidores.

 

Nesta terça-feira (2), 11 estados já haviam aprovado, em assembleias, o indicativo de greve.

 

O Ministério da Previdência Social não se pronunciou sobre a possível paralisação.

Fonte: Folha de S.Paulo

" />

SP: funcionários do INSS podem parar, contra a redução de salários

Publicado: 4/06/2009 | 09:20


 

Os funcionários do INSS em São Paulo fazem hoje assembleia estadual para definir a data em que técnicos e analistas do estado entrarão em greve.

 

No mesmo dia, a paralisação deverá ser confirmada. Os servidores protestam contra a redução de salários e a alteração da jornada de trabalho.

 

Segundo o Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência de São Paulo), a paralisação deve ocorrer no dia 16, data em que está programada a mobilização nacional da categoria.

 

A greve, porém, pode ser antecipada para o dia 9.

 

No Estado, a greve pode paralisar 6.132 técnicos e analistas. Com a paralisação, o atendimento das agências e a concessão de benefícios ficarão comprometidos.

 

A greve pode afetar até o trabalho dos 1.260 peritos médicos do estado, que não participam da mobilização, mas dependem do trabalho prévio dos servidores.

 

Nesta terça-feira (2), 11 estados já haviam aprovado, em assembleias, o indicativo de greve.

 

O Ministério da Previdência Social não se pronunciou sobre a possível paralisação.

Fonte: Folha de S.Paulo