Secretario Geral da NCST integra mesa principal da Comissão Especial da Jornada de Trabalho

A Comissão Especial da Jornada de Trabalho realizou no dia ontem, 9 de junho de 2009, Audiência Pública para ouvir representantes dos trabalhadores ligados à NCST, Nova Central Sindical de Trabalhadores, UGT, União Geral dos Trabalhadores e ABRH, Associação Brasileira de Recursos Humanos.

O secretário-geral da NCST, e presidente da CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, fez parte da mesa principal da Comissão em nome do presidente da Nova Central, José Calixto Ramos. Em seu pronunciamento, Moacyr foi direto ao defender a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas: “É necessário reduzir a jornada de trabalho em razão de diversos fatores. Entre os principais, a geração de milhares de empregos, riquezas para o país, e mais saúde para o trabalhador, que terá mais tempo para descanso e lazer.”

Antônio Maria Cortizo, vice-presidente, e representante da UGT na ocasião, adotou postura semelhante a Moacyr, e defendeu a medida como fundamental para os trabalhadores brasileiros. “A redução da Jornada de Trabalho iria contribuir muito para a geração de empregos, e para a saúde de milhares de trabalhadores”, concluiu.

Ralph Arcanjo Chelotti e Carlos Pessoa dos Santos, representantes da ABRH, também defenderam a medida como um grande aliado ao trabalhador. Segundo ambos, a redução da jornada de trabalho traria aos empregados maior tempo, e assim possibilidades de convívio com a família, tempos para se dedicar ao descanso, lazer e também atividades culturais.

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Secretario Geral da NCST integra mesa principal da Comissão Especial da Jornada de Trabalho

Publicado: 10/06/2009 | 09:17


 

Secretario Geral da NCST integra mesa principal da Comissão Especial da Jornada de Trabalho

A Comissão Especial da Jornada de Trabalho realizou no dia ontem, 9 de junho de 2009, Audiência Pública para ouvir representantes dos trabalhadores ligados à NCST, Nova Central Sindical de Trabalhadores, UGT, União Geral dos Trabalhadores e ABRH, Associação Brasileira de Recursos Humanos.

O secretário-geral da NCST, e presidente da CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, fez parte da mesa principal da Comissão em nome do presidente da Nova Central, José Calixto Ramos. Em seu pronunciamento, Moacyr foi direto ao defender a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas: “É necessário reduzir a jornada de trabalho em razão de diversos fatores. Entre os principais, a geração de milhares de empregos, riquezas para o país, e mais saúde para o trabalhador, que terá mais tempo para descanso e lazer.”

Antônio Maria Cortizo, vice-presidente, e representante da UGT na ocasião, adotou postura semelhante a Moacyr, e defendeu a medida como fundamental para os trabalhadores brasileiros. “A redução da Jornada de Trabalho iria contribuir muito para a geração de empregos, e para a saúde de milhares de trabalhadores”, concluiu.

Ralph Arcanjo Chelotti e Carlos Pessoa dos Santos, representantes da ABRH, também defenderam a medida como um grande aliado ao trabalhador. Segundo ambos, a redução da jornada de trabalho traria aos empregados maior tempo, e assim possibilidades de convívio com a família, tempos para se dedicar ao descanso, lazer e também atividades culturais.