São Paulo - O Sindicato dos Trabalhadores de Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sindiprev-SP) pretende ampliar a mobilização da greve dos servidores do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) no estado.

Segundo informações da entidade, 28 agências na Grande São Paulo e mais 28 no restante do estado aderiram ao movimento pelo menos parcialmente. O Sindiprev-SP marcou uma assembléia na sede da entidade para sexta-feira (19) para discutir os rumos da greve no estado.

 

A diretora do sindicato, Rita de Cássia, disse que a liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que proíbe a greve e estabelece uma multa de R$100 mil por dia para a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social (Fenasps) não impede a  continuidade da paralisação.

 

“Já enfrentamos isso [ação judicial] em outras greves. A novidade é que, desta vez, ele [o governo federal] usou o instrumento antes da greve”, disse.

 

A principal reivindicação dos manifestantes é a realização de concurso público para a contratação de funcionários que possam substituir os 10 mil servidores – um terço do quadro – que devem pedir aposentadoria nos próximos dois anos. Ela afirma que o governo federal pretende evitar a contratação, aumentando a jornada dos funcionários do INSS de 30 para 40 horas semanais.

Repórter Daniel Mello

 

 

Fonte: Agência Brasil

" />

Sindicato quer ampliar greve do INSS em São Paulo

Publicado: 18/06/2009 | 08:34


 

São Paulo - O Sindicato dos Trabalhadores de Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sindiprev-SP) pretende ampliar a mobilização da greve dos servidores do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) no estado.


Segundo informações da entidade, 28 agências na Grande São Paulo e mais 28 no restante do estado aderiram ao movimento pelo menos parcialmente. O Sindiprev-SP marcou uma assembléia na sede da entidade para sexta-feira (19) para discutir os rumos da greve no estado.

 

A diretora do sindicato, Rita de Cássia, disse que a liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que proíbe a greve e estabelece uma multa de R$100 mil por dia para a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social (Fenasps) não impede a  continuidade da paralisação.

 

“Já enfrentamos isso [ação judicial] em outras greves. A novidade é que, desta vez, ele [o governo federal] usou o instrumento antes da greve”, disse.

 

A principal reivindicação dos manifestantes é a realização de concurso público para a contratação de funcionários que possam substituir os 10 mil servidores – um terço do quadro – que devem pedir aposentadoria nos próximos dois anos. Ela afirma que o governo federal pretende evitar a contratação, aumentando a jornada dos funcionários do INSS de 30 para 40 horas semanais.

Repórter Daniel Mello

 

 

Fonte: Agência Brasil