CSPB REALIZA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL

Na tarde desta sexta-feira, 26 de junho, o presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, abriu a 1ª Conferência Sindical Internacional da entidade com a presença de mais de 250 delegados sindicais do Brasil e de várias partes do mundo. Compõem a mesa de trabalhos representantes de cinco centrais sindicais (NCST, CGTB, CTB, Força Sindical e UGT), do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) e dirigentes de organizações internacionais como a Internacional de Serviços Públicos (ISP), a Federação Sindical Mundial (FSM), a União Internacional dos Sindicatos dos Servidores Públicos e Similares (UIS) e a Coordenadora Latinoamericana de Trabalhadores do Serviço Público (CLATSEP).
Em seu pronunciamento, João Domingos saudou os presentes ressaltando o “ousado passo na história da CSPB com a realização deste evento, cujo momento máximo ocorrerá amanhã, dia 27, na solenidade comemorativa do cinquentenário da Confederação”. Segundo ele, na comemoração dos 50 anos, a CSPB tem a demanda específica de puxar o debate para o novo papel do sindicalismo. “Depois de três décadas de vigência do pensamento único da política neoliberal, precisamos somar esforços na construção de um novo modelo de organização do estado e da sociedade”. E completou: “para a CSPB, este novo modelo se chama Estado Democrático Social de Direito”.
A FUPESP esteve representada pelo seu presidente, dr. Damázio Sena, e os diretores Jonas e Daniel, além do assessor jurídico dr. Francisco Sena. “É um momento importante para a CSPB e vimos com o intuito de aumentar nosso conteúdo de informações, acredito que essa interação com outros países nos dá uma clara visão sobre os rumos da economia e principalmente se estamos no caminho certo”, disse Sena.
Entre as manifestações de sindicalistas internacionais, destaque para o pronunciamento do representante da FSM, Valentim Pacho, que considera o evento oportuno e vislumbra suas conclusões como “importantes referências para o fortalecimento do movimento sindical não só dos servidores públicos como de todo o conjunto da classe trabalhadora no Brasil e no exterior”. Ele disse ainda que os inimigos dos trabalhadores são comuns e as conseqüências negativas da política neoliberal são as mesmas em todo o mundo. “Por isso, a FSM estende seus braços para a recuperação dos direitos e conquistas que nos foram retirados nas últimas décadas, concluiu.
