Estudo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) prevê que Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e do Caribe cairá 1,9% neste ano e elevará o desemprego na região a 9%.

Segundo Alicia Bárcena, secretária executiva da entidade, o mais preocupante é o desemprego. Do início de 2008 ao primeiro trimestre deste ano mais de um milhão de pessoas perderam o emprego em zonas urbanas dos países da região.

O Cepal a estima que a taxa de desemprego aumentará de 7,4% a 9% em 2009, o que deixará mais de 3 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho.

De acordo Bárcena, "o pior já passou" e a atual crise econômica "não será como a grande depressão", mas a recuperação vai ser lenta e gradual.

O relatório aponta que o país que terá maior queda na economia será o México, com 7%, seguido por Paraguai e Costa Rica, ambos com 3%.

Algumas nações, no entanto, apresentarão crescimento, como Bolívia e Panamá (2,5%), Haiti (2%) e Argentina (1,5%). (Fonte: Portal CTB com agências)

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Cepal prevê 9% desempregados na América Latina, com queda no PIB

Publicado: 16/07/2009 | 09:33


Estudo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) prevê que Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e do Caribe cairá 1,9% neste ano e elevará o desemprego na região a 9%.

Segundo Alicia Bárcena, secretária executiva da entidade, o mais preocupante é o desemprego. Do início de 2008 ao primeiro trimestre deste ano mais de um milhão de pessoas perderam o emprego em zonas urbanas dos países da região.

O Cepal a estima que a taxa de desemprego aumentará de 7,4% a 9% em 2009, o que deixará mais de 3 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho.

De acordo Bárcena, "o pior já passou" e a atual crise econômica "não será como a grande depressão", mas a recuperação vai ser lenta e gradual.

O relatório aponta que o país que terá maior queda na economia será o México, com 7%, seguido por Paraguai e Costa Rica, ambos com 3%.

Algumas nações, no entanto, apresentarão crescimento, como Bolívia e Panamá (2,5%), Haiti (2%) e Argentina (1,5%). (Fonte: Portal CTB com agências)