As vendas da indústria catarinense registraram, em agosto, queda de 2,1% na comparação com julho. As retrações foram sentidas principalmente nos setores de alimentos e veículos automotores, de acordo com dados da Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina).

 

“Embora tenhamos sinais de recuperação, principalmente em função do mercado interno, estados onde as exportações têm grande peso nas vendas da indústria, como Santa Catarina, ainda sentem os efeitos da retração na demanda internacional, decorrente da crise e da valorização do real frente ao dólar”, explica o diretor de Relações Industriais e Institucionais da Fiesc, Henry Quaresma.

 

Ainda na comparação com julho, o levantamento revela que as horas trabalhadas na produção apresentaram queda de 3,9%, a massa salarial reduziu 3,3% e a utilização da capacidade instalada passou de 82,3% em julho para 82,2% em agosto.

 

Análise setorial

Em agosto, as maiores quedas no faturamento real foram verificadas nos segmentos de veículos automotores, carrocerias e autopeças, com -32,2%, produtos de madeira (-9,7%) e produtos químicos (-9,2%).

 

Já os setores que apresentaram desempenho positivo foram metalurgia básica, com 10,1%, material eletrônico e equipamentos de comunicação (5,6%), artigos de plástico (4,8%) e confecções e artigos do vestuário (4,7%).

 

Acumulado do ano

No acumulado do ano, os setores que registraram as maiores retrações foram produtos metálicos (-32%), veículos automotores, carrocerias e autopeças (-29,2%), metalurgia básica (-24,3%) e produtos de madeira (-19,5%).

 

No mesmo período de comparação, os segmentos que registraram alta foram máquinas e equipamentos, que produzem os produtos de linha branca (15,3%), confecções e artigos de vestuário (4,9%) e móveis (4,7%).

Fonte: InfoMoney

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Indústria de Santa Catarina registra queda em vendas e faturamento em agosto

Publicado: 14/10/2009 | 08:58


 

As vendas da indústria catarinense registraram, em agosto, queda de 2,1% na comparação com julho. As retrações foram sentidas principalmente nos setores de alimentos e veículos automotores, de acordo com dados da Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina).

 

“Embora tenhamos sinais de recuperação, principalmente em função do mercado interno, estados onde as exportações têm grande peso nas vendas da indústria, como Santa Catarina, ainda sentem os efeitos da retração na demanda internacional, decorrente da crise e da valorização do real frente ao dólar”, explica o diretor de Relações Industriais e Institucionais da Fiesc, Henry Quaresma.

 

Ainda na comparação com julho, o levantamento revela que as horas trabalhadas na produção apresentaram queda de 3,9%, a massa salarial reduziu 3,3% e a utilização da capacidade instalada passou de 82,3% em julho para 82,2% em agosto.

 

Análise setorial

Em agosto, as maiores quedas no faturamento real foram verificadas nos segmentos de veículos automotores, carrocerias e autopeças, com -32,2%, produtos de madeira (-9,7%) e produtos químicos (-9,2%).

 

Já os setores que apresentaram desempenho positivo foram metalurgia básica, com 10,1%, material eletrônico e equipamentos de comunicação (5,6%), artigos de plástico (4,8%) e confecções e artigos do vestuário (4,7%).

 

Acumulado do ano

No acumulado do ano, os setores que registraram as maiores retrações foram produtos metálicos (-32%), veículos automotores, carrocerias e autopeças (-29,2%), metalurgia básica (-24,3%) e produtos de madeira (-19,5%).

 

No mesmo período de comparação, os segmentos que registraram alta foram máquinas e equipamentos, que produzem os produtos de linha branca (15,3%), confecções e artigos de vestuário (4,9%) e móveis (4,7%).

Fonte: InfoMoney