Preços de vestuário sobem e fazem inflação acelerar no Rio e em SP
Em outubro, os preços no varejo apresentaram alta tanto no Rio de Janeiro como em São Paulo. Nos dois casos, o grupo vestuário teve forte influência nos resultados.
Segundo divulgado pela Fecomercio Rio e SP, os preços do setor no estado fluminense registrou acréscimo de 0,57%. Na cidade de São Paulo, por sua vez, o segmento apresentou evolução de 0,11% no período.
Pressões
No geral, o IPV (Índice de Preços no Varejo), no Rio de Janeiro, teve alta de 0,14% e, na capital paulista, registrou acréscimo de 0,15%.
Além do setor de Vestuário, no Rio de Janeiro, também houve alta nos setores de artigos de residência (0,32%), Saúde e Higiene Pessoal (0,26%), Manutenção Predial (0,23%), Alimentação (0,14%) e Veículo (0,03%). Dentre os produtos que mais pressionaram o índice no Rio, estão cebola (33,45%), tomate (15,21%) e tangerina (13,07%).
Já em São Paulo, as maiores influências para a inflação vieram dos combustíveis e lubrificantes (2,88%), dos açougues (0,71%) e dos brinquedos (1,62%). Por outro lado, na cidade, os segmentos Supermercados (-0,29%) e Feiras (-1,20%) apresentaram queda no décimo mês do ano, o que deve continuar ocorrendo nos próximos meses.
"Para os próximos meses, a expectativa é de que os produtos alimentícios continuem em processo de realinhamento de preços, graças às condições climáticas mais favoráveis", explica a economista da Fecomercio-SP, Júlia Ximenes.
Fonte: InfoMoney
Segundo divulgado pela Fecomercio Rio e SP, os preços do setor no estado fluminense registrou acréscimo de 0,57%. Na cidade de São Paulo, por sua vez, o segmento apresentou evolução de 0,11% no período.
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No geral, o IPV (Índice de Preços no Varejo), no Rio de Janeiro, teve alta de 0,14% e, na capital paulista, registrou acréscimo de 0,15%.
Além do setor de Vestuário, no Rio de Janeiro, também houve alta nos setores de artigos de residência (0,32%), Saúde e Higiene Pessoal (0,26%), Manutenção Predial (0,23%), Alimentação (0,14%) e Veículo (0,03%). Dentre os produtos que mais pressionaram o índice no Rio, estão cebola (33,45%), tomate (15,21%) e tangerina (13,07%).
Já em São Paulo, as maiores influências para a inflação vieram dos combustíveis e lubrificantes (2,88%), dos açougues (0,71%) e dos brinquedos (1,62%). Por outro lado, na cidade, os segmentos Supermercados (-0,29%) e Feiras (-1,20%) apresentaram queda no décimo mês do ano, o que deve continuar ocorrendo nos próximos meses.
"Para os próximos meses, a expectativa é de que os produtos alimentícios continuem em processo de realinhamento de preços, graças às condições climáticas mais favoráveis", explica a economista da Fecomercio-SP, Júlia Ximenes.
Fonte: InfoMoney
