O Globo

Centrais sindicais farão paralisações temporárias no dia 28

As principais centrais sindicais do país preparam paralisações temporárias para 28 de abril, como parte da mobilização para diminuir a jornada de trabalho sem redução de salários. O objetivo é reduzir a carga horária das atuais 44 para 40 horas semanais. Serão realizadas paralisações de uma hora, atraso na entrada dos turnos, mobilizações na porta de fábricas, e haverá ainda a distribuição de panfletos para a população.

Metalúrgicos ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e à Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) prometem parar no dia 25. As demais categorias farão paralisações no dia 28.

- Nosso objetivo é chamar a atenção da sociedade e pressionar o Congresso pela nossa agenda, a agenda da classe trabalhadora - explica o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique.

O movimento é organizado por CUT, Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil). Os sindicalistas estão colhendo assinaturas para um abaixo-assinado. A meta é recolher mais de 1 milhão de assinaturas. O documento será entregue ao Congresso Nacional reivindicando a aprovação de projeto que prevê a redução da jornada. As centrais querem também o direito de negociação coletiva dos servidores e o fim da demissão sem justa causa.

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Metalúrgicos querem redução da jornada

Publicado: 15/04/2008 | 09:08


O Globo

Centrais sindicais farão paralisações temporárias no dia 28

As principais centrais sindicais do país preparam paralisações temporárias para 28 de abril, como parte da mobilização para diminuir a jornada de trabalho sem redução de salários. O objetivo é reduzir a carga horária das atuais 44 para 40 horas semanais. Serão realizadas paralisações de uma hora, atraso na entrada dos turnos, mobilizações na porta de fábricas, e haverá ainda a distribuição de panfletos para a população.

Metalúrgicos ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e à Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) prometem parar no dia 25. As demais categorias farão paralisações no dia 28.

- Nosso objetivo é chamar a atenção da sociedade e pressionar o Congresso pela nossa agenda, a agenda da classe trabalhadora - explica o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique.

O movimento é organizado por CUT, Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil). Os sindicalistas estão colhendo assinaturas para um abaixo-assinado. A meta é recolher mais de 1 milhão de assinaturas. O documento será entregue ao Congresso Nacional reivindicando a aprovação de projeto que prevê a redução da jornada. As centrais querem também o direito de negociação coletiva dos servidores e o fim da demissão sem justa causa.