Agência Senado

O senador Paulo Paim (PT-RS) recebeu, nesta terça-feira (15), representantes de entidades sindicais vinculadas à seguridade social que definiram o dia 7 de maio como data de mobilização pela aprovação, na Câmara dos Deputados, de projetos de lei (PLC 42/07 e PLS 296/03) que abordam questões de interesse de aposentados e pensionistas. O senador José Nery (PSOL-PA) e a deputada federal Luciana Genro (PSOL-RS) também participaram da reunião.

O projeto de lei da Câmara estabelece diretrizes para a política de valorização do salário mínimo até 2023 e, por emenda de Paim, vinculou os reajustes do mínimo aos benefícios de aposentados e pensionistas. Já o projeto de lei do Senadoextingue o chamado "fator previdenciário", modificando, assim, a forma de cálculo dos benefícios da Previdência Social.

- Temos que fazer uma mobilização em frente ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto para que esses direitos sejam não só garantidos, mas ampliados - afirmou José Nery, que admitiu não haver consenso na base governista para aprovação das duas proposições na Câmara.

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Sindicalistas elegem 7 de maio para mobilização por projetos dos aposentados

Publicado: 16/04/2008 | 11:30


Agência Senado

O senador Paulo Paim (PT-RS) recebeu, nesta terça-feira (15), representantes de entidades sindicais vinculadas à seguridade social que definiram o dia 7 de maio como data de mobilização pela aprovação, na Câmara dos Deputados, de projetos de lei (PLC 42/07 e PLS 296/03) que abordam questões de interesse de aposentados e pensionistas. O senador José Nery (PSOL-PA) e a deputada federal Luciana Genro (PSOL-RS) também participaram da reunião.

O projeto de lei da Câmara estabelece diretrizes para a política de valorização do salário mínimo até 2023 e, por emenda de Paim, vinculou os reajustes do mínimo aos benefícios de aposentados e pensionistas. Já o projeto de lei do Senadoextingue o chamado "fator previdenciário", modificando, assim, a forma de cálculo dos benefícios da Previdência Social.

- Temos que fazer uma mobilização em frente ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto para que esses direitos sejam não só garantidos, mas ampliados - afirmou José Nery, que admitiu não haver consenso na base governista para aprovação das duas proposições na Câmara.