Ministro diz que redução da jornada não vai quebrar empresas
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, declarou que o debate sobre a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas não tem sido tratado com sinceridade por parte do empresariado. De acordo com o parlamentar, boa parte dos argumentos dos empresários não são corretos, entre eles o de que a redução da jornada levaria as empresas à falência.
"A quase totalidade dos países do mundo desenvolvido, grupo no qual o Brasil pretende estar, utiliza carga horária de trabalho de 36, 37 horas. Então, quando dizem que em nenhum lugar do mundo se aplica esse tipo de escala, não faz sentido. Quanto ao argumento de que empresas vão quebrar por causa disso, sabemos que esse também não é verdade”, disse. “Por que o Brasil não pode evoluir?", questionou o ministro, durante audiência da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara.
Lupi lembrou, ainda, que os empregados gastam entre 1 hora e 1 hora e meia para ir e também para voltar do local de trabalho.
Royalties do petróleo
O ministro criticou a aprovação, pela Câmara, dos novos critérios de distribuição dos royalties para exploração de petróleo (substitutivo ao PL 5938/09, do Executivo). Segundo Lupi, essa discussão não ocorre da maneira correta, pois essa não é uma luta entre a federação e o estado do Rio de Janeiro. "Não sou candidato a nada, mas não posso ficar contra o estado que me acolheu, assim como acolheu também 1 milhão de mineiros e 2 milhões de nordestinos", disse.
Fonte: Agência Câmara
"A quase totalidade dos países do mundo desenvolvido, grupo no qual o Brasil pretende estar, utiliza carga horária de trabalho de 36, 37 horas. Então, quando dizem que em nenhum lugar do mundo se aplica esse tipo de escala, não faz sentido. Quanto ao argumento de que empresas vão quebrar por causa disso, sabemos que esse também não é verdade”, disse. “Por que o Brasil não pode evoluir?", questionou o ministro, durante audiência da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara.
Lupi lembrou, ainda, que os empregados gastam entre 1 hora e 1 hora e meia para ir e também para voltar do local de trabalho.
Royalties do petróleo
O ministro criticou a aprovação, pela Câmara, dos novos critérios de distribuição dos royalties para exploração de petróleo (substitutivo ao PL 5938/09, do Executivo). Segundo Lupi, essa discussão não ocorre da maneira correta, pois essa não é uma luta entre a federação e o estado do Rio de Janeiro. "Não sou candidato a nada, mas não posso ficar contra o estado que me acolheu, assim como acolheu também 1 milhão de mineiros e 2 milhões de nordestinos", disse.
Fonte: Agência Câmara
