Maria Eugênia

Jornal de Brasília

O direito de greve no serviço público foi um dos principais assuntos da audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, ontem, para discutir a ratificação do Brasil à Convenção 151 da Organização do Internacional do Trabalho (OIT), que trata da negociação coletiva no setor. A coordenadora-geral de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho, Paula Polcheira, afirmou que a convenção abre possibilidade de regulamentação da negociação dos servidores públicos com o governo e também da greve no serviço público – situações sem regras definidas hoje. O diretor-executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carlos Henrique de Oliveira, disse que a convenção vai estimular a negociação entre servidores e governo. Também na audiência, o diretor de Relações Internacionais da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sebastião Soares, disse que é preciso avançar porque há municípios que não pagam nem mesmo o salário mínimo

" />

Tema de audiência pública

Publicado: 24/04/2008 | 10:31


Maria Eugênia

Jornal de Brasília

O direito de greve no serviço público foi um dos principais assuntos da audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, ontem, para discutir a ratificação do Brasil à Convenção 151 da Organização do Internacional do Trabalho (OIT), que trata da negociação coletiva no setor. A coordenadora-geral de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho, Paula Polcheira, afirmou que a convenção abre possibilidade de regulamentação da negociação dos servidores públicos com o governo e também da greve no serviço público – situações sem regras definidas hoje. O diretor-executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carlos Henrique de Oliveira, disse que a convenção vai estimular a negociação entre servidores e governo. Também na audiência, o diretor de Relações Internacionais da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sebastião Soares, disse que é preciso avançar porque há municípios que não pagam nem mesmo o salário mínimo