SERVIDORES DE RIO CLARO ACATAM LIMINAR, MAS RECUSAM PROPOSTA DE REAJUSTE
Na noite de sexta-feira (24), 11º dia de greve, o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Rio Claro foi surpreendido com a notificação de uma liminar que determinava o retorno imediato dos servidores municipais ao trabalho. Quase ao mesmo tempo, a diretoria e a comissão de servidores foram avisadas pelo Conselho Sindical que uma reunião estaria agendada na manhã de sábado (25) para que a Administração apresentasse uma proposta.
No sábado aconteceram duas reuniões (às 10h e às 15h) com o Conselho Sindical. Em nenhum momento os secretários que representavam o prefeito se sentaram a mesa com os servidores para que houvesse negociação. Ao final da reunião das 15h, o comando de greve entendeu que não houve nenhuma proposta formalizada pela Administração e decidiu manter a assembleia de segunda-feira (27) às 7h30, para deliberar com a categoria se acatava a liminar ou não.
Na tarde de domingo (26), uma nova reunião foi agendada com a diretoria do Sindmuni, comissão de servidores e os secretários de Esporte, Reginaldo Breda e de Administração, José Renato Gonçalves, representando a Administração Municipal. A reunião aconteceu novamente na sede do Sindicato dos Químicos e contou com a participação dos representantes dos sindicatos que formam o Conselho Sindical.
A proposta apresentada pela Administração foi a de 7,5% de aumento e reajuste escalonado no vale-alimentação, variando de R$ 200 a R$ 130, conforme faixa salarial. Como a proposta foi oficialmente apresentada pela Administração, a diretoria e a comissão de servidores entenderam que deveriam levá-la para votação na assembleia desta segunda-feira (27).
Aproximadamente 1800 servidores participaram da assembleia realizada no Jardim Público Municipal. Em votação sobre se deveriam ou não acatar a liminar, a maioria foi favorável ao retorno ao trabalho. Já a proposta apresentada pela Administração não foi aceita pelos servidores presentes, que deliberaram por não concordar com o reajuste de 7,5% e o aumento escalonado no vale-alimentação.
No sábado aconteceram duas reuniões (às 10h e às 15h) com o Conselho Sindical. Em nenhum momento os secretários que representavam o prefeito se sentaram a mesa com os servidores para que houvesse negociação. Ao final da reunião das 15h, o comando de greve entendeu que não houve nenhuma proposta formalizada pela Administração e decidiu manter a assembleia de segunda-feira (27) às 7h30, para deliberar com a categoria se acatava a liminar ou não.
Na tarde de domingo (26), uma nova reunião foi agendada com a diretoria do Sindmuni, comissão de servidores e os secretários de Esporte, Reginaldo Breda e de Administração, José Renato Gonçalves, representando a Administração Municipal. A reunião aconteceu novamente na sede do Sindicato dos Químicos e contou com a participação dos representantes dos sindicatos que formam o Conselho Sindical.
A proposta apresentada pela Administração foi a de 7,5% de aumento e reajuste escalonado no vale-alimentação, variando de R$ 200 a R$ 130, conforme faixa salarial. Como a proposta foi oficialmente apresentada pela Administração, a diretoria e a comissão de servidores entenderam que deveriam levá-la para votação na assembleia desta segunda-feira (27).
Aproximadamente 1800 servidores participaram da assembleia realizada no Jardim Público Municipal. Em votação sobre se deveriam ou não acatar a liminar, a maioria foi favorável ao retorno ao trabalho. Já a proposta apresentada pela Administração não foi aceita pelos servidores presentes, que deliberaram por não concordar com o reajuste de 7,5% e o aumento escalonado no vale-alimentação.
