1º de Maio - Dia de Luto, Dia de Luta!
É com tristeza e indignação que os trabalhadores comemoram o Dia 1º de Maio. Foi exatamente neste dia, do ano de 1886, que os trabalhadores da cidade de Chicago, nos Estados Unidos Unidos, com bravura e determinação, realizaram o movimento em defesa dos seus direitos, enfrentando a repressão comandada pelos patrões, para garantir os lucros do capitalismo selvagem.
Nesta época, conviviam com baixos salários e péssimas condições de trabalho, cumprindo jornada diária de até 13 horas. Foi assim que os trabalhadores resolveram dar um basta na situação, realizando greve geral por melhores condições de trabalho e pela redução da jornada diária para 8 horas.
Foram às ruas protestar e confrontaram a repressão policial. Foram 7 policiais 12 manifestantes mortos, além de dezenas de feridos no confronto.
Esta data ficou na memória dos trabalhadores do mundo inteiro, até que, em 20 de junho de 1889, na Segunda Internacional Socialista, realizada na França, instituiu-se o 1º de Maio como o Dia Mundial do Trabalhador.
A data no Brasil
No Brasil, tivemos algumas decisões importantes para os trabalhadores nesta data, como em 1940, quando o Governo Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Em 1941, nasce a Justiça do Trabalho, para defender os direitos dos trabalhadores. Mas, será que ela faz justiça pelos trabalhadores e que o salário mínimo contempla as necessidades básicas do trabalhador, como moradia, alimentação, saúde, vestuário educação e lazer?
O 1º de Maio não é bem um dia de festa, como procuram promover os patrões. É um dia de luto e de luta. É por isso que não temos muito a comemorar, porque as péssimas condições de trabalho ainda predominam, e a jornada de trabalho é camuflada, pois é comum que os trabalhadores sejam obrigados a fazer horas extras, sem sequer receberem estas horas em espécie, mas somente como descanso, através do tão falado banco de horas.
Antônio Francisco da Silva – Orientador Sindical da FESEMPRE / Diretor Nacional Adjunto de Assuntos da Área de Saúde da CSPB
Nesta época, conviviam com baixos salários e péssimas condições de trabalho, cumprindo jornada diária de até 13 horas. Foi assim que os trabalhadores resolveram dar um basta na situação, realizando greve geral por melhores condições de trabalho e pela redução da jornada diária para 8 horas.
Foram às ruas protestar e confrontaram a repressão policial. Foram 7 policiais 12 manifestantes mortos, além de dezenas de feridos no confronto.
Esta data ficou na memória dos trabalhadores do mundo inteiro, até que, em 20 de junho de 1889, na Segunda Internacional Socialista, realizada na França, instituiu-se o 1º de Maio como o Dia Mundial do Trabalhador.
A data no Brasil
No Brasil, tivemos algumas decisões importantes para os trabalhadores nesta data, como em 1940, quando o Governo Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Em 1941, nasce a Justiça do Trabalho, para defender os direitos dos trabalhadores. Mas, será que ela faz justiça pelos trabalhadores e que o salário mínimo contempla as necessidades básicas do trabalhador, como moradia, alimentação, saúde, vestuário educação e lazer?
O 1º de Maio não é bem um dia de festa, como procuram promover os patrões. É um dia de luto e de luta. É por isso que não temos muito a comemorar, porque as péssimas condições de trabalho ainda predominam, e a jornada de trabalho é camuflada, pois é comum que os trabalhadores sejam obrigados a fazer horas extras, sem sequer receberem estas horas em espécie, mas somente como descanso, através do tão falado banco de horas.
Antônio Francisco da Silva – Orientador Sindical da FESEMPRE / Diretor Nacional Adjunto de Assuntos da Área de Saúde da CSPB
