Protestos e reivindicações no 1º de Maio
Os ataques ao Governo e as garantias dos direitos trabalhistas foram a marca deste 1º de Maio, no Brasil.Ao contrário dos anos passados, os trabalhadores não estavam com clima para comemorações, aliás, as críticas dominaram os eventos quanto aos últimos acontecimentos. Logo no início do ano as medidas provisórias 664 e 665 foram uma “ducha de água fria” ao restringir direitos trabalhistas e previdenciários, entre os quais, o seguro desemprego.
A Câmara Federal atendendo interesses econômicos tirou da gaveta para colocar em votação de urgência a PL 4330 que terceiriza o emprego de uma maneira geral, incluindo a atividade fim nas empresas regidas pela CLT, públicas e mistas.
Diante deste contexto de preocupações, a classe trabalhadora brasileira usou o Dia do Trabalhador para cobrar do Senado a defesa do emprego e contra a precarização.
A FUPESP também está engajada para que desta luta consigamos a vitória sobre os interesses patronais que estão representados por parlamentares reacionários na Câmara dos Deputados.
