Entidades sindicais protestam contra a alta de juros, em Brasília

Publicado: 27/07/2015 | 10:43


No próximo dia 28 de julho, as entidades sindicais e  movimentos sociais realizam manifestação contra os juros altos, em frente à sede do Banco Central, em Brasília.
 Menos juros, mais   empregos e mais salários!!!
O Brasil vive uma grave crise econômica, decorrente da política do governo Dilma de privilegiar o setor financeiro, com os juros mais altos do mundo, em detrimento da atividade produtiva.  O  aspecto  mais perverso dessa política do governo Dilma é o desemprego, que se alastra por todos os setores. Somente em maio foram fechados 115.599 postos de trabalho com carteira assinada e no acumulado de janeiro a maio foram fechadas 243.948 vagas, segundo números do Ministério doTrabalho. Nas montadoras, 32 mil funcionários estão afastados da produção, entre trabalhadores com contratos suspensos, férias coletivas ou de licença. Centenas de metalúrgicos estão acampados nas portas das empresas para reaver seus  empregos. Ao mesmo tempo, rios de dinheiro do setor público são transferidos aos bancos, sob a forma de juros. Em 2014 foram desviados R$ 311 bilhões ao setor financeiro, a maior transferência de dinheiro público já ocorrida no país. Apenas nos cinco primeiros meses deste ano, já foram gastos com juros R$ 198,9 bilhões. Enquanto isso, os cortes no orçamento são generalizados. Recentemente, governo passou a tesoura em R$ 70 bilhões nos recursos dos Ministérios.   Corte de R$ 11,774 bilhões da  Saúde;  R$  9,423 bilhões da Educação; R$ 17,232 bilhões das Cidades (responsável pelo programa Minha Casa Minha Vida); R$ 5,735 bilhões dos Transportes; R$ 5,617 bilhões na Defesa, enfim, corte em todos os Ministérios. Não bastasse o país paralisado, os juros altos, o desemprego, a inflação, a redução de direitos trabalhistas e previdenciários, a presidenta ainda vetou a fórmula 85/95, que ameniza o fator previdenciário, e editou no seu lugar uma progressividade que piora os benefícios da aposentadoria. Traiu, assim, promessa de campanha. Não aceitamos essa afronta aos trabalhadores e vamos derrubar no Congresso Nacional. Não aceitamos essa política de privilegiar os bancos à custa do povo brasileiro.