Nova Central não aceita MP que regulamenta Trabalho Intermitente
Em reunião com as centrais sindicais (Nova Central, Força, UGT e CSB) na quarta-feira (21), o ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira se comprometeu, caso o texto da Reforma Trabalhista seja aprovado no Congresso Nacional com as emendas prejudiciais aos trabalhadores (as), enviar uma Medida Provisória (MP) que corrija as distorções.O presidente da Nova Central, José Calixto Ramos participou do encontro por uma questão institucional e receiou que a ausência da CTB e CUT, possa transparecer uma divisão entre às instituições. Externou a posição contrária da central, aos pontos da proposta em tramitação no Senado Federal que visam: retirar ou flexibilizar direitos; que almejam enfraquecer as entidades sindicais e impor um desmonte na Justiça do Trabalho (JT).
“Sempre apoiamos a tentativa de diálogo para solucionar eventuais impasses. Saber que o Governo concorda em editar uma Medita Provisória para corrigir os equívocos do que já foi aprovado até o momento, nos dá a certeza de que realmente existem abusos dos que querem apenas beneficiar o lado patronal na já conturbada relação capital e trabalho”, afirmou o presidente.
Que ao receber a minuta na quinta-feira (22) do que poderia ser a MP, discordou completamente, principalmente, porque ela visa regulamentar o chamado - Trabalho Intermitente -, não cita nada sobre a questão que retira direitos no - Negociado sobre o Legislado -, se quer reestabelece o direito de se fazer - Reclamação Trabalhista -, esquece completamente das demandas dos - Servidores Públicos - e estabelece regras nebulosas sobre o - Custeio Sindical.
“Manteremos nossas ações de convencimento aos senadores para que rejeitem os absurdos da proposta de Reforma Trabalhista. Permaneceremos mobilizados e na organização de atos e manifestações contra os retrocessos que visam destruir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”, finaliza Calixto.
