Após dois anos de queda, SP consegue criar empregos
Pela primeira vez desde 2014, a cidade de São Paulo conseguiu um resultado positivo no estoque de empregos, criando vagas, de janeiro a julho. As admissões superaram em 3.257 as demissões na Capital. No ano passado, o resultado foi de 74 mil postos de trabalho fechados. Em 2015, foram 41,4 mil vagas fechadas.
Somente no sétimo mês do ano, a cidade conseguiu recuperar 7,2 mil postos de trabalho. Ainda que mostre uma leve recuperação, os dados não podem ser muito comemorados, já que, de julho de 2014 a junho de 2017, foram extintos 289 mil empregos em São Paulo. A melhora no índice, portanto, representa só 2,4% do total de vagas fechadas durante esses três anos.
De acordo com o economista Pedro Raffy, professor do Mackenzie, o comportamento do mercado mostra um lento processo de recuperação. “O pior da crise ficou para trás, mas só vamos ter uma crescente a partir do ano que vem”, disse.
A explicação para a melhora no emprego, segundo ele, é a queda na inflação, o que contribui com a melhora no poder de compra dos consumidores, aliada aos ajustes já realizados em empresas e nas casas. As famílias compram o essencial, evitam gastar mais do que podem, e o comércio e a indústria têm a mão de obra necessária para produzir o que têm de demanda.
Os dados foram coletados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Confira as profissões com melhor saldo
As ocupações que tiveram melhor saldo no município foram faxineiro, com 1 mil postos criados (7 mil admissões e 6 mil desligamentos), assistente administrativo, com 692 vagas novas (5 mil contratações e 4,3 mil demissões), e auxiliar de escritório, com 602 novos empregos (6,3 mil pessoas contratadas e 5,7 mil desligadas).
Já os serviços com piores resultados foram cozinheiro, com um saldo negativo em 546 postos, operador de telemarketing, com 505 vagas fechadas, e vigilante, com 243 empregos extintos.
Somente no sétimo mês do ano, a cidade conseguiu recuperar 7,2 mil postos de trabalho. Ainda que mostre uma leve recuperação, os dados não podem ser muito comemorados, já que, de julho de 2014 a junho de 2017, foram extintos 289 mil empregos em São Paulo. A melhora no índice, portanto, representa só 2,4% do total de vagas fechadas durante esses três anos.
De acordo com o economista Pedro Raffy, professor do Mackenzie, o comportamento do mercado mostra um lento processo de recuperação. “O pior da crise ficou para trás, mas só vamos ter uma crescente a partir do ano que vem”, disse.
A explicação para a melhora no emprego, segundo ele, é a queda na inflação, o que contribui com a melhora no poder de compra dos consumidores, aliada aos ajustes já realizados em empresas e nas casas. As famílias compram o essencial, evitam gastar mais do que podem, e o comércio e a indústria têm a mão de obra necessária para produzir o que têm de demanda.
Os dados foram coletados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Confira as profissões com melhor saldo
As ocupações que tiveram melhor saldo no município foram faxineiro, com 1 mil postos criados (7 mil admissões e 6 mil desligamentos), assistente administrativo, com 692 vagas novas (5 mil contratações e 4,3 mil demissões), e auxiliar de escritório, com 602 novos empregos (6,3 mil pessoas contratadas e 5,7 mil desligadas).
Já os serviços com piores resultados foram cozinheiro, com um saldo negativo em 546 postos, operador de telemarketing, com 505 vagas fechadas, e vigilante, com 243 empregos extintos.
