Crise avança e desemprego atinge 13,4 milhões de trabalhadores, diz IBGE
De acordo com o Instituto, isso representa alta de 5,7% em relação ao trimestre anterior.Â
Desalento avança
O IBGE indica que o dado pode ser ainda pior, já que há movimentações no mercado de trabalho que indicam que há ampla parcela de trabalhadores desistindo de procurar emprego diante da instabilidade da economia e das incertezas políticas. Esses seguimento é classificado pelo IBGE como desemprego por desalento.
Miséria avança: de janeiro a março de 2018, mais pobres perderam 5% de sua renda
Os dados do IBGE apresenta um Brasil bem diferente daquele que um dia chegou a festejar o pleno emprego. Até abril, o país soma 65,176 milhões de pessoas fora da força de trabalho. lembrando que na pesquisa anterior, a subutilização da força de trabalho e o desalento no Brasil já haviam batido recorde. Â
Efeito cascata
A pesquisa revelou que o corte de vagas foi puxado pelo comércio, que perdeu 439 mil postos de trabalho em relação ao trimestre anterior. Essa desaceleração no Comércio leva em conta o recuo do poder de compra - salário desvalorizado - e o número cada vez mais de desempregados.
Sem uma política de retomada, com investimentos e geração de emprego, as saídas para a crise ficam cada vez piores. E o mercado segue registrando fechamento de vagas com carteira assinada. O contingente de empregados formais caiu 1,7% nos três meses até abril em relação ao ano anterior.
Desalento avança
O IBGE indica que o dado pode ser ainda pior, já que há movimentações no mercado de trabalho que indicam que há ampla parcela de trabalhadores desistindo de procurar emprego diante da instabilidade da economia e das incertezas políticas. Esses seguimento é classificado pelo IBGE como desemprego por desalento.
Miséria avança: de janeiro a março de 2018, mais pobres perderam 5% de sua renda
Os dados do IBGE apresenta um Brasil bem diferente daquele que um dia chegou a festejar o pleno emprego. Até abril, o país soma 65,176 milhões de pessoas fora da força de trabalho. lembrando que na pesquisa anterior, a subutilização da força de trabalho e o desalento no Brasil já haviam batido recorde. Â
Efeito cascata
A pesquisa revelou que o corte de vagas foi puxado pelo comércio, que perdeu 439 mil postos de trabalho em relação ao trimestre anterior. Essa desaceleração no Comércio leva em conta o recuo do poder de compra - salário desvalorizado - e o número cada vez mais de desempregados.
Sem uma política de retomada, com investimentos e geração de emprego, as saídas para a crise ficam cada vez piores. E o mercado segue registrando fechamento de vagas com carteira assinada. O contingente de empregados formais caiu 1,7% nos três meses até abril em relação ao ano anterior.
