Sem reforma, Previdência dos servidores já terá superávit a partir de 2041
Mudança realizada pelo governo Dilma Rousseff (PT) em 2013 combate o déficit e derruba argumento de Jair Bolsonaro (PSL)
Cenário de caos nas contas da Previdência, pintado por Guedes e Bolsonaro, não condiz com as projeções dos governos anteriores / EBC
O discurso alarmista do governo Jair Bolsonaro (PSL) sobre a urgência da aprovação da reforma da Previdência ignora uma mudança realizada no governo Dilma Rousseff (PT), em 2013. Na época, fixou-se um teto de pagamento para os novos servidores equivalente ao do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), dos trabalhadores com carteira assinada, que hoje é de R$ 5.800. Para os servidores contratados antes de 2013, manteve-se a regra anterior. A alteração feita há seis anos garante equilíbrio nas contas e superávit a partir de 2041.
Cenário de caos nas contas da Previdência, pintado por Guedes e Bolsonaro, não condiz com as projeções dos governos anteriores / EBC
O discurso alarmista do governo Jair Bolsonaro (PSL) sobre a urgência da aprovação da reforma da Previdência ignora uma mudança realizada no governo Dilma Rousseff (PT), em 2013. Na época, fixou-se um teto de pagamento para os novos servidores equivalente ao do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), dos trabalhadores com carteira assinada, que hoje é de R$ 5.800. Para os servidores contratados antes de 2013, manteve-se a regra anterior. A alteração feita há seis anos garante equilíbrio nas contas e superávit a partir de 2041.
