Servidores da Baixada Santista protestam contra PEC42
Os servidores públicos de Santos, Praia Grande e São Vicente fizeram atos contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 e exigiram vacinação de toda a população brasileira contra a COVID19.
Os protestos realizados no último dia 18 de agosto foram coordenados pela FUPESP, NCST, SINDEST e demais entidades sindicais, solidárias ao movimento.
A reforma administrativa do Governo Bolsonaro, por meio da PEC 32, ataca diretamente os funcionários públicos das três esferas, municipal, estadual e federal, ao alterar uma série de normas que regem o trabalho no funcionalismo público. Além de comprometer serviços essenciais à população, acentua as propostas de enxugamento do Estado. No Congresso, a privatização dos Correios e da Eletrobrás são reflexos deste processo.
O presidente da FUPESP, Damázio Sena, lembrou que se não fosse o SUS e os seus profissionais de saúde, a pandemia poderia ter reflexos ainda mais danosos para a população brasileira, que ainda chora os seus quase 560 mil mortos, vítimas do coronavírus e de uma política negacionista do governante da Nação. "Vamos lutar de todas as formas para impedir o sucateamento de direitos e o enxugamento do funcionalismo público".
Vale lembrar que o país está ainda na vigência da chamada PEC do Teto dos Gastos (55/2016), que congela investimentos públicos em diferentes setores.
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Os protestos realizados no último dia 18 de agosto foram coordenados pela FUPESP, NCST, SINDEST e demais entidades sindicais, solidárias ao movimento.
A reforma administrativa do Governo Bolsonaro, por meio da PEC 32, ataca diretamente os funcionários públicos das três esferas, municipal, estadual e federal, ao alterar uma série de normas que regem o trabalho no funcionalismo público. Além de comprometer serviços essenciais à população, acentua as propostas de enxugamento do Estado. No Congresso, a privatização dos Correios e da Eletrobrás são reflexos deste processo.
O presidente da FUPESP, Damázio Sena, lembrou que se não fosse o SUS e os seus profissionais de saúde, a pandemia poderia ter reflexos ainda mais danosos para a população brasileira, que ainda chora os seus quase 560 mil mortos, vítimas do coronavírus e de uma política negacionista do governante da Nação. "Vamos lutar de todas as formas para impedir o sucateamento de direitos e o enxugamento do funcionalismo público".
Vale lembrar que o país está ainda na vigência da chamada PEC do Teto dos Gastos (55/2016), que congela investimentos públicos em diferentes setores.
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