Campanha salarial e ‘pec’ 32, na ‘live’ do Sindest
As primeiras impressões sobre a campanha salarial e os últimos acontecimentos envolvendo a proposta de emenda constitucional (pec) 32-2020 estarão na ‘live’ do Sindest desta segunda-feira (22).
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores municipais estatutários e 4 mil aposentados de Santos, que têm data-base em fevereiro. A ‘pec’ retira direitos do funcionalismo e diminui os serviços públicos.
Prefeito quer
míseros 6,79%
O sindicalista anunciou que o material de divulgação da campanha, constituído de ‘bótons’, faixas, cartazes, panfletos e adesivos, começou a ser distribuído nos locais de trabalho na semana passada.
O panfleto convoca os trabalhadores para a assembleia de 6 de janeiro, uma quinta-feira, às 19 horas, no Sintrasaúde, Avenida Ana Costa, 70, que avaliará eventuais negociações com a prefeitura.
O boletim meio-ofício, frente de verso, diz que o prefeito Rogério Pereira (PSDB) anunciou no jornal ‘A Tribuna’ de 7 de novembro que pretende reajustar os salários em “míseros” 6,79%.
Assembleia foi
em 27 de outubro
“Nos últimos três anos, nossas perdas foram de 23%. Isso por culpa dos seguidos prefeitos que arrocham os ganhos e, progressivamente, avacalham os serviços públicos”, pondera a publicação.
A categoria reivindica reposição de 23,38%. Ela corresponde a três índices inflacionários: 4,19%, 4,56% e 13,25%, referentes a 2020, 2021 e 2022.
A pauta, de 47 itens, cobra cesta-básica de R$ 600, corrigida mensalmente, além de vale-refeição diário de R$ 35, totalizando R$ 1.050 no mês. Ela foi aprovada em assembleia do dia 27 de outubro.
Não precisa xingar
prefeito nem vereador
“Para cobrar o que queremos, é preciso que você participe da campanha salarial. Não precisa ficar agitando bandeiras ou faixas na sua unidade. Não precisa xingar o prefeito ou os vereadores”, diz o panfleto.
“Basta usar os ‘bótons’ e outros materiais de campanha que o sindicato já distribui nos locais de trabalho. Ou pegá-los na sede da Avenida Afonso Pena, 123.”
O boletim sugere que os servidores acompanhem as ‘lives’, participem da rede social, recebam bem os diretores e estejam aa assembleia de 6 de janeiro para definir os protestos a partir do dia 12.
Malas de dinheiro
saindo pelo ladrão
“Queremos negociar aumento real de 10% e há condições para isso. Há dinheiro saindo pelo ladrão. Durante a pandemia, a prefeitura recebeu malas de recursos federais e nada gastou”.
Na Praia Grande, que tem orçamento 50% menor que Santos, os servidores conquistaram 9,79% com a prefeita Raquel Chini, do mesmo partido. E já negociam outro reajuste para a data base de maio.
Com transmissão pelo Facebook e Youtube, a ‘live’ analisará as estratégias do movimento. Fábio espera começar as negociações imediatamente e lembra que a pauta está nas redes sociais do sindicato.
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores municipais estatutários e 4 mil aposentados de Santos, que têm data-base em fevereiro. A ‘pec’ retira direitos do funcionalismo e diminui os serviços públicos.
Prefeito quer
míseros 6,79%
O sindicalista anunciou que o material de divulgação da campanha, constituído de ‘bótons’, faixas, cartazes, panfletos e adesivos, começou a ser distribuído nos locais de trabalho na semana passada.
O panfleto convoca os trabalhadores para a assembleia de 6 de janeiro, uma quinta-feira, às 19 horas, no Sintrasaúde, Avenida Ana Costa, 70, que avaliará eventuais negociações com a prefeitura.
O boletim meio-ofício, frente de verso, diz que o prefeito Rogério Pereira (PSDB) anunciou no jornal ‘A Tribuna’ de 7 de novembro que pretende reajustar os salários em “míseros” 6,79%.
Assembleia foi
em 27 de outubro
“Nos últimos três anos, nossas perdas foram de 23%. Isso por culpa dos seguidos prefeitos que arrocham os ganhos e, progressivamente, avacalham os serviços públicos”, pondera a publicação.
A categoria reivindica reposição de 23,38%. Ela corresponde a três índices inflacionários: 4,19%, 4,56% e 13,25%, referentes a 2020, 2021 e 2022.
A pauta, de 47 itens, cobra cesta-básica de R$ 600, corrigida mensalmente, além de vale-refeição diário de R$ 35, totalizando R$ 1.050 no mês. Ela foi aprovada em assembleia do dia 27 de outubro.
Não precisa xingar
prefeito nem vereador
“Para cobrar o que queremos, é preciso que você participe da campanha salarial. Não precisa ficar agitando bandeiras ou faixas na sua unidade. Não precisa xingar o prefeito ou os vereadores”, diz o panfleto.
“Basta usar os ‘bótons’ e outros materiais de campanha que o sindicato já distribui nos locais de trabalho. Ou pegá-los na sede da Avenida Afonso Pena, 123.”
O boletim sugere que os servidores acompanhem as ‘lives’, participem da rede social, recebam bem os diretores e estejam aa assembleia de 6 de janeiro para definir os protestos a partir do dia 12.
Malas de dinheiro
saindo pelo ladrão
“Queremos negociar aumento real de 10% e há condições para isso. Há dinheiro saindo pelo ladrão. Durante a pandemia, a prefeitura recebeu malas de recursos federais e nada gastou”.
Na Praia Grande, que tem orçamento 50% menor que Santos, os servidores conquistaram 9,79% com a prefeita Raquel Chini, do mesmo partido. E já negociam outro reajuste para a data base de maio.
Com transmissão pelo Facebook e Youtube, a ‘live’ analisará as estratégias do movimento. Fábio espera começar as negociações imediatamente e lembra que a pauta está nas redes sociais do sindicato.
