Servidores do INSS estão há 15 dias em greve e governo não quer negociar
Categoria está há cinco anos sem reajuste e luta para repor o poder de compra, além de melhores condições de trabalho
Em greve desde o dia 23 de março, reivindicando reposição de 19,99% nos salários, os servidores e servidoras do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que estão há cinco anos sem reajuste, mantêm o apagão de atendimento nas agências, enquanto as lideranças sindicais negociam a pauta da categoria com autoridades do governo de Jair Bolsonaro (PL).
A intransigência do governo levou os servidores de SP, que estavam em assembleia virtual, a decidirem manter a paralisação e marcar uma nova assembleia virtual para a próxima quarta-feira (13), às 17 horas.
A representação do Consórcio de Sindicatos foi bem enfática na afirmação de que há necessidade do INSS e do Ministério do Trabalho e Previdência terem uma posição mais proativa no sentido de resolver as reivindicações dos servidores, reivindicações essas que levaram os trabalhadores da Autarquia para a greve.
Confira as reivindicações dos servidores:
- Recomposição salarial data-base;
- Reajuste salarial de 19,99%;
- Reajuste dos auxílios alimentação, creche e saúde;
- Reestruturação da carreira típica de estado para o seguro social;
- Nível superior para ingresso ao cargo de técnico do Seguro Social;
- Rediscussão dos processos de trabalho;
-Fim dos adicionais de meta para o teletrabalho;
-Auxílio teletrabalho para o uso de internet, energia, mobiliário e equipamentos - Jornada de 30 horas semanais para o atendimento de qualidade para a população;
-Fim da terceirização do INSS;
-Concurso público;
-Derrubada do veto de R$ 1 bilhão do orçamento do INSS;
- Não ao fechamento das Agências do INSS e;
- Defesa do direito ao atendimento presencial ao cidadão nas unidades do órgão.
Em greve desde o dia 23 de março, reivindicando reposição de 19,99% nos salários, os servidores e servidoras do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que estão há cinco anos sem reajuste, mantêm o apagão de atendimento nas agências, enquanto as lideranças sindicais negociam a pauta da categoria com autoridades do governo de Jair Bolsonaro (PL).
A intransigência do governo levou os servidores de SP, que estavam em assembleia virtual, a decidirem manter a paralisação e marcar uma nova assembleia virtual para a próxima quarta-feira (13), às 17 horas.
A representação do Consórcio de Sindicatos foi bem enfática na afirmação de que há necessidade do INSS e do Ministério do Trabalho e Previdência terem uma posição mais proativa no sentido de resolver as reivindicações dos servidores, reivindicações essas que levaram os trabalhadores da Autarquia para a greve.
Confira as reivindicações dos servidores:
- Recomposição salarial data-base;
- Reajuste salarial de 19,99%;
- Reajuste dos auxílios alimentação, creche e saúde;
- Reestruturação da carreira típica de estado para o seguro social;
- Nível superior para ingresso ao cargo de técnico do Seguro Social;
- Rediscussão dos processos de trabalho;
-Fim dos adicionais de meta para o teletrabalho;
-Auxílio teletrabalho para o uso de internet, energia, mobiliário e equipamentos - Jornada de 30 horas semanais para o atendimento de qualidade para a população;
-Fim da terceirização do INSS;
-Concurso público;
-Derrubada do veto de R$ 1 bilhão do orçamento do INSS;
- Não ao fechamento das Agências do INSS e;
- Defesa do direito ao atendimento presencial ao cidadão nas unidades do órgão.
