Sindest quer melhorias para servidores da câmara
Os poderes executivo, legislativo e judiciário são autônomos também para definir as políticas de salários e benefícios de seus funcionários conforme peculiaridades e disponibilidades financeiras.
Com base nesse preceito legal, o presidente do sindicato dos 12 mil servidores estatutários municipais de Santos e 6 mil aposentados, Fábio Pimentel, esteve nesta semana na câmara municipal.
Acompanhado por quatro diretores, ele visitou o gabinete do presidente da casa, Adilson Júnior (PP), onde foi recebido pela procuradora Rita de Kássia, advogadas e chefe de departamento.
Acompanhado por diretores, ele foi recebido pelo chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, do presidente da casa, Adilson Júnior (PP), pela procuradora Rita de Kássia e pelo chefe de avaliação de carreiras.
O principal assunto foi a segunda fase da campanha salarial, a exemplo do que ocorre na prefeitura, após a categoria, inclusive o pessoal do legislativo, ter os salários e benefícios corrigidos em 10%.
Para 150 é mais fácil
Fábio defende que os 150 funcionários da câmara, também com data-base em fevereiro, tenham, até setembro, nova correção que compense totalmente as perdas superiores a 20%.
O presidente do Sindest acha que, por ser em número bem menor que os da prefeitura, os trabalhadores do legislativo podem ter índices maiores nos salários e benefícios.
“Conceder reajustes que aproximem a cesta-básica de seu valor real conforme o Dieese, por exemplo, e um vale-refeição que efetivamente pague um almoço, é mais fácil para 150 do que para 12 mil pessoas”, diz.
Boa nova
Ele diz que, em São Vicente, há poucos dias, a câmara aprovou projeto do prefeito concedendo 1,8% de reajuste para os servidores. Mas concedeu 10% para o pessoal do legislativo.
Fábio diz que a notícia boa da ida ao legislativo, na terça-feira (5), ficou por conta da informação de que há estudos na casa sobre valores específicos de salários e benefícios.
Além de Fábio, estiveram na câmara os diretores Daniel Gomes, Manoel Lareu, Zé Antônio Lima e Roberto Damásio, que aproveitaram para sindicalizar alguns servidores.
Com base nesse preceito legal, o presidente do sindicato dos 12 mil servidores estatutários municipais de Santos e 6 mil aposentados, Fábio Pimentel, esteve nesta semana na câmara municipal.
Acompanhado por quatro diretores, ele visitou o gabinete do presidente da casa, Adilson Júnior (PP), onde foi recebido pela procuradora Rita de Kássia, advogadas e chefe de departamento.
Acompanhado por diretores, ele foi recebido pelo chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, do presidente da casa, Adilson Júnior (PP), pela procuradora Rita de Kássia e pelo chefe de avaliação de carreiras.
O principal assunto foi a segunda fase da campanha salarial, a exemplo do que ocorre na prefeitura, após a categoria, inclusive o pessoal do legislativo, ter os salários e benefícios corrigidos em 10%.
Para 150 é mais fácil
Fábio defende que os 150 funcionários da câmara, também com data-base em fevereiro, tenham, até setembro, nova correção que compense totalmente as perdas superiores a 20%.
O presidente do Sindest acha que, por ser em número bem menor que os da prefeitura, os trabalhadores do legislativo podem ter índices maiores nos salários e benefícios.
“Conceder reajustes que aproximem a cesta-básica de seu valor real conforme o Dieese, por exemplo, e um vale-refeição que efetivamente pague um almoço, é mais fácil para 150 do que para 12 mil pessoas”, diz.
Boa nova
Ele diz que, em São Vicente, há poucos dias, a câmara aprovou projeto do prefeito concedendo 1,8% de reajuste para os servidores. Mas concedeu 10% para o pessoal do legislativo.
Fábio diz que a notícia boa da ida ao legislativo, na terça-feira (5), ficou por conta da informação de que há estudos na casa sobre valores específicos de salários e benefícios.
Além de Fábio, estiveram na câmara os diretores Daniel Gomes, Manoel Lareu, Zé Antônio Lima e Roberto Damásio, que aproveitaram para sindicalizar alguns servidores.
