NCST entrega pauta da classe trabalhadora para Haddad
Nesta quinta-feira (25), a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) participou do comício de Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, para entregar as reinvindicações da classe trabalhadora.
“Haddad é a nossa esperança em dias melhores para SP. Considero muito importante o seu reconhecimento do valor do apoio das centrais e seu compromisso com os trabalhadores e os movimentos sociais”, enfatizou a secretária nacional e estadual de Promoção de Igualdade Racial e Gênero, Cátia Laurindo (Nega Show).
“Contra toda forma de discriminação, violência e desvalorização, apoiamos Haddad e estamos à disposição para atuar com ele na luta”, afirmou Luizinho, presidente da NCST-SP.
Haddad, em seu compromisso com os trabalhadores, afirmou: “A nossa economia só vai funcionar aumentando o poder de compra do trabalhador. Não existe economia no mundo que funcione de outro jeito. ”
Líder nas pesquisas de intenção de voto no estado, o candidato pediu militância na rua até 2 de outubro. “Esta não é uma eleição qualquer. Não podemos nos dar o direito de descansar. É o futuro dos nossos filhos e netos que está em jogo. Pesquisas mudam”, alertou.
Realizado na Casa de Portugal, na Liberdade, região central de São Paulo, o encontro reuniu representantes de oito centrais (NCST, CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e UGT) e entidades de mulheres, negros, sem-terra, sem-teto, jovens e estudantes, entre outras.
Com informações da RBA
“Haddad é a nossa esperança em dias melhores para SP. Considero muito importante o seu reconhecimento do valor do apoio das centrais e seu compromisso com os trabalhadores e os movimentos sociais”, enfatizou a secretária nacional e estadual de Promoção de Igualdade Racial e Gênero, Cátia Laurindo (Nega Show).
“Contra toda forma de discriminação, violência e desvalorização, apoiamos Haddad e estamos à disposição para atuar com ele na luta”, afirmou Luizinho, presidente da NCST-SP.
Haddad, em seu compromisso com os trabalhadores, afirmou: “A nossa economia só vai funcionar aumentando o poder de compra do trabalhador. Não existe economia no mundo que funcione de outro jeito. ”
Líder nas pesquisas de intenção de voto no estado, o candidato pediu militância na rua até 2 de outubro. “Esta não é uma eleição qualquer. Não podemos nos dar o direito de descansar. É o futuro dos nossos filhos e netos que está em jogo. Pesquisas mudam”, alertou.
Realizado na Casa de Portugal, na Liberdade, região central de São Paulo, o encontro reuniu representantes de oito centrais (NCST, CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e UGT) e entidades de mulheres, negros, sem-terra, sem-teto, jovens e estudantes, entre outras.
Com informações da RBA
