Centrais sindicais se reúnem com Alexandre de Moraes para pedir segurança nas eleições
Centrais sindicais se reúnem com Alexandre de Moraes para pedir segurança nas eleições
Escalada da violência praticada por extremistas contra a oposição ao governo Bolsonaro preocupa entidades que solicitarão ao presidente do TSE a adoção de medidas para garantir a segurança nas eleições.
Centrais sindicais se reúnem na tarde desta terça-feira (27) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, para tratar da segurança nas eleições do próximo dia 2 de outubro. Na ocasião, as centrais solicitarão ao TSE medidas que garantam a tranquilidade do processo eleitoral, em especial com reforço no sistema de segurança para quem trabalhará nas zonas eleitorais (servidores e mesários) e também os eleitores.
A preocupação das centrais é baseada no aumento da violência política registrada nos últimos meses por parte das forças conservadoras que tem resultado em agressões e até assassinatos além de ataques a jornalistas, pesquisadores, militantes e candidatos da oposição.
Além do reforço da segurança, as centrais também pedirão ao ministro:
- Mobilização de todo o aparato de segurança (nacional, estadual e municipal) em torno de um plano de proteção e segurança.
- Manutenção de plantão dos órgãos que podem dar suporte ao combate à violência, o monitoramento da situação e dos casos de violência, e que sejam céleres em adotar medidas para punir os casos ocorridos.
- Suspensão do porte de trânsito de armas para todos os civis que não participem o sistema de segurança das eleições, bem como suspender as atividades dos Clubes de Tiro, de reuniões, treinamento e competição de tiro no mínimo 3 dias antes e depois do 1º e 2º turnos das eleições.
- Criação de um canal ao qual a população possa recorrer para denúncia de casos de violência.
A reunião está marcada para as 17h na sede do TSE, em Brasília e contará com a presença, além de Sérgio Nobre, presidente da CUT, de presidentes de outras centrais. Miguel Torres (Força Sindical), Ricardo Patah (UGT), Adilson Araújo (CTB), Oswaldo Augusto de Barros (NCST) e Álvaro Egea (Secretário Geral da CSB).
Fonte - cut.org.br
Escalada da violência praticada por extremistas contra a oposição ao governo Bolsonaro preocupa entidades que solicitarão ao presidente do TSE a adoção de medidas para garantir a segurança nas eleições.
Centrais sindicais se reúnem na tarde desta terça-feira (27) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, para tratar da segurança nas eleições do próximo dia 2 de outubro. Na ocasião, as centrais solicitarão ao TSE medidas que garantam a tranquilidade do processo eleitoral, em especial com reforço no sistema de segurança para quem trabalhará nas zonas eleitorais (servidores e mesários) e também os eleitores.
A preocupação das centrais é baseada no aumento da violência política registrada nos últimos meses por parte das forças conservadoras que tem resultado em agressões e até assassinatos além de ataques a jornalistas, pesquisadores, militantes e candidatos da oposição.
Além do reforço da segurança, as centrais também pedirão ao ministro:
- Mobilização de todo o aparato de segurança (nacional, estadual e municipal) em torno de um plano de proteção e segurança.
- Manutenção de plantão dos órgãos que podem dar suporte ao combate à violência, o monitoramento da situação e dos casos de violência, e que sejam céleres em adotar medidas para punir os casos ocorridos.
- Suspensão do porte de trânsito de armas para todos os civis que não participem o sistema de segurança das eleições, bem como suspender as atividades dos Clubes de Tiro, de reuniões, treinamento e competição de tiro no mínimo 3 dias antes e depois do 1º e 2º turnos das eleições.
- Criação de um canal ao qual a população possa recorrer para denúncia de casos de violência.
A reunião está marcada para as 17h na sede do TSE, em Brasília e contará com a presença, além de Sérgio Nobre, presidente da CUT, de presidentes de outras centrais. Miguel Torres (Força Sindical), Ricardo Patah (UGT), Adilson Araújo (CTB), Oswaldo Augusto de Barros (NCST) e Álvaro Egea (Secretário Geral da CSB).
Fonte - cut.org.br
