Sindest Santos sugere à câmara emenda para aposentados
O Sindest iniciou, nos últimos dias, conversação com os 21 vereadores de Santos visando desfecho da segunda fase da campanha salarial do funcionalismo que se arrasta desde março.
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores municipais estatutários da prefeitura e 6 mil aposentados. Nesta terça-feira (29), às 15h30, sua diretoria estará de novo em sessão ordinária do legislativo.
Seu presidente, Fábio Pimentel, tem conversado com os parlamentares para que apresentem emenda ao projeto de lei do prefeito Rogério Santos (PSDB) que estabelece abono de R$ 1 mil.
O sindicalista propõe que a emenda estenda o benefício aos aposentados, pois ele é específico para os trabalhadores da ativa. Segundo ele, os entendimentos têm sido satisfatórios.
Fábio e sua diretoria vêm mantendo contatos pessoais, telefônicos e por rede social com os vereadores. Nesta terça, quarta e quinta-feira (29, 30 e 1º), eles visitarão os gabinetes de cada um.
Tabuleiro de xadrez
“Se os vereadores apresentarem emendas individuais ou coletivas ao projeto de lei, estendendo o benefício aos aposentados, o prefeito poderá vetá-las. Mas eles poderão derrubar o veto”, explica o dirigente.
Seu diretor de comunicação, Daniel Gomes, diz tratar-se de “intrincada mexida de peças no tabuleiro de xadrez da campanha salarial, mas totalmente viável e possível”.
Ele e Fábio consideram que os parlamentares têm sido bastantes receptivos à ideia. “Quem não quer beneficiar os aposentados, que se encontram em fase difícil da vida pela idade?”, pergunta o presidente.
Fonte - paulo passos
Sindicato quer reajuste
O sindicato vem tentando negociar com a prefeitura a extensão do abono aos aposentados, por meio de mediação da câmara. Mas Rogério Santos, segundo Daniel, é intransigente.
No começo de novembro, o líder do prefeito na casa, Cacá Teixeira (PSDB), eleito presidente para o próximo biênio, ficou de agendar reunião do sindicato com os secretários municipais de governo e gestão.
Na verdade, o sindicato reivindica reajuste salarial de perdas estimadas em 10% e não abono. O reajuste automaticamente beneficiaria as aposentadorias e pensões.
Prefeito descumpriu
Segundo Fábio, isso aliás foi o que ficou acertado em março, por meio de lei da vereadora Telma de Souza (PT), aprovada por unanimidade, garantindo que o governo concederia o reajuste até setembro.
“Acontece que o prefeito não apenas descumpriu o prazo como propôs, em 1º de novembro, por meio de projeto, o abono único de R$ 1 mil, não extensivo aos aposentados”, reclama o sindicalista.
Em outro projeto, na mesma data, Rogério propôs reajuste de 20% no vale-refeição de R$ 503 e na cesta-básica de R$ 323, também deixando de fora os aposentados.
Participação
de servidores
Nas sessões desta terça e quinta-feira, a diretoria do sindicato estará acompanhada de trabalhadores da ativa e aposentados, como tem ocorrido durante o mês de novembro.
O vereador Chico Nogueira (PT) promoveu audiência pública sobre o assunto em 16 de novembro. E a mesa diretora, presidida por Adilson Júnior (PP), pautou os projetos para esta semana.
Fábio pondera que o superávit do município chegou a R$ 500 milhões e deverá atingir R$ 1 bilhão até o final do ano, dando condições de atendimento das reivindicações.
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores municipais estatutários da prefeitura e 6 mil aposentados. Nesta terça-feira (29), às 15h30, sua diretoria estará de novo em sessão ordinária do legislativo.
Seu presidente, Fábio Pimentel, tem conversado com os parlamentares para que apresentem emenda ao projeto de lei do prefeito Rogério Santos (PSDB) que estabelece abono de R$ 1 mil.
O sindicalista propõe que a emenda estenda o benefício aos aposentados, pois ele é específico para os trabalhadores da ativa. Segundo ele, os entendimentos têm sido satisfatórios.
Fábio e sua diretoria vêm mantendo contatos pessoais, telefônicos e por rede social com os vereadores. Nesta terça, quarta e quinta-feira (29, 30 e 1º), eles visitarão os gabinetes de cada um.
Tabuleiro de xadrez
“Se os vereadores apresentarem emendas individuais ou coletivas ao projeto de lei, estendendo o benefício aos aposentados, o prefeito poderá vetá-las. Mas eles poderão derrubar o veto”, explica o dirigente.
Seu diretor de comunicação, Daniel Gomes, diz tratar-se de “intrincada mexida de peças no tabuleiro de xadrez da campanha salarial, mas totalmente viável e possível”.
Ele e Fábio consideram que os parlamentares têm sido bastantes receptivos à ideia. “Quem não quer beneficiar os aposentados, que se encontram em fase difícil da vida pela idade?”, pergunta o presidente.
Fonte - paulo passos
Sindicato quer reajuste
O sindicato vem tentando negociar com a prefeitura a extensão do abono aos aposentados, por meio de mediação da câmara. Mas Rogério Santos, segundo Daniel, é intransigente.
No começo de novembro, o líder do prefeito na casa, Cacá Teixeira (PSDB), eleito presidente para o próximo biênio, ficou de agendar reunião do sindicato com os secretários municipais de governo e gestão.
Na verdade, o sindicato reivindica reajuste salarial de perdas estimadas em 10% e não abono. O reajuste automaticamente beneficiaria as aposentadorias e pensões.
Prefeito descumpriu
Segundo Fábio, isso aliás foi o que ficou acertado em março, por meio de lei da vereadora Telma de Souza (PT), aprovada por unanimidade, garantindo que o governo concederia o reajuste até setembro.
“Acontece que o prefeito não apenas descumpriu o prazo como propôs, em 1º de novembro, por meio de projeto, o abono único de R$ 1 mil, não extensivo aos aposentados”, reclama o sindicalista.
Em outro projeto, na mesma data, Rogério propôs reajuste de 20% no vale-refeição de R$ 503 e na cesta-básica de R$ 323, também deixando de fora os aposentados.
Participação
de servidores
Nas sessões desta terça e quinta-feira, a diretoria do sindicato estará acompanhada de trabalhadores da ativa e aposentados, como tem ocorrido durante o mês de novembro.
O vereador Chico Nogueira (PT) promoveu audiência pública sobre o assunto em 16 de novembro. E a mesa diretora, presidida por Adilson Júnior (PP), pautou os projetos para esta semana.
Fábio pondera que o superávit do município chegou a R$ 500 milhões e deverá atingir R$ 1 bilhão até o final do ano, dando condições de atendimento das reivindicações.
