FUPESP participa de grande ato pela democracia no dia 07 de setembro e pede punição aos golpistas

Membros da diretoria Federação dos Funcionários Públicos Municipais no Estado de São Paulo (FUPESP) e entidades filiadas marcaram presença no grande ato “7 de Setembro do Povo – quem manda no Brasil é o povo brasileiro”, na Praça da República, região central da capital.
A federação se somou nesta luta à CSPB, centrais sindicais, movimentos populares e agentes sociais na luta por direitos, soberania e contra a anistia dos golpistas. Enquanto a extrema-direita tenta sequestrar a data, os movimentos populares destacam que a verdadeira independência só se constrói com a luta popular por direitos e contra os privilégios da classe dominante.
A mobilização também destacou agendas como o fim da escala 6x1, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação progressiva de grandes fortunas.
O presidente Damázio Sena parabenizou a postura do presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, que em pronunciamento aos brasileiros ratificou a luta implacável pela independência do Brasil. “Com 203 de independência dos grilhões de Portugal, não podemos aceitar que nenhum governo, sobretudo o dos Estados Unidos, queira nos fazer de seu puxadinho, fundo de quintal político. Quem manda no Brasil são os brasileiros”, disse.
Damázio repudiou de forma dura “os golpistas e traidores” que ficam pressionando tanto o Congresso Nacional quanto os órgãos de segurança em busca de anistia. Para ele, as centrais sindicais e demais entidades “estão irmanadas na luta para travar toda e qualquer proposta desta natureza em Brasília”.
A FUPESP, no ato, outra vez hipotecou seu posicionamento em defesa do Brasil, da Soberania Nacional e pediu punição rigorosa a todos aqueles que colocaram em risco a democracia brasileira. “Enquanto representantes dos trabalhadores temos que ser firmes quanto ao combate aos inimigos da nação, que visam o poder para tirar vantagem”, destacou.
No feriado de 7 de setembro, que marca os 203 anos da Independência, movimentos populares realizaram atos em pelo menos 23 estados e no Distrito Federal em defesa da soberania nacional. A mobilização é organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, pelo Fórum das Centrais Sindicais e pelo tradicional Grito dos Excluídos, que neste ano se unem ao Plebiscito Popular por um Brasil mais justo.
