Galopada da Taxa Selic é um tapa na cara dos trabalhadores
A FUPESP lamenta profundamente a recente decisão do Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central, que manteve a taxa básica de juros, a taxa selic, em 15% ao ano.
É uma vergonha, uma afronta, um tapa na cara dos trabalhadores brasileiros.
O índice galopante representa um arrocho do mercado financeiro, que joga a “culpa” pela inflação na geração de empregos e no aumento da renda dos trabalhadores.
Não por acaso, o Brasil passou a ter a maior taxa básica de juros dos últimos 20 anos, o que beneficia apenas a elite financeira do país, em detrimento do desenvolvimento econômico e da geração de emprego e renda.
Como bem diz especialista do DIEESE, e por assim concordamos, o termômetro dos tecnocratas do Banco Central tem se mostrado extremamente frio com o setor produtivo, que gera emprego e renda, mas apresenta uma temperatura muito agradável para os especuladores.
As consequências dessa política monetária, que vem sendo praticada pelo Banco Central nos últimos anos, são danos irreparáveis ao desenvolvimento do Brasil, porque trava toda a economia. A taxa alta tem impactos nas taxas de juros de todo o sistema financeiro, ou seja, aumenta o custo do dinheiro para as famílias e empresas.
A economia real não pode ficar refém do mercado. É inadmissível que os trabalhadores e empreendedores sigam pagando caro por esta política de juros altos do Banco Central, que encarece o crédito, aumenta o endividamento das famílias e empresas, impõe dificuldades ao financiamento imobiliário e trava o investimento produtivo, comprometendo a desenvolvimento e a geração de emprego e renda”
A manutenção dos juros só serve para restringir o crédito, permitir que os bancos continuem se alimentando de taxas abusivas, e acenar que a produção deve seguir em ritmo lento diante das incertezas geradas por uma política econômica distante da realidade e das necessidades do país.
O estímulo ao trabalho mobiliza a economia para gerar renda e condições dignas de vida para toda sociedade. É nisso que apostamos para o desenvolvimento de um Brasil justo, soberano e igualitário!!!
Damázio Sena ::: Presidente da FUPESP
É uma vergonha, uma afronta, um tapa na cara dos trabalhadores brasileiros.
O índice galopante representa um arrocho do mercado financeiro, que joga a “culpa” pela inflação na geração de empregos e no aumento da renda dos trabalhadores.
Não por acaso, o Brasil passou a ter a maior taxa básica de juros dos últimos 20 anos, o que beneficia apenas a elite financeira do país, em detrimento do desenvolvimento econômico e da geração de emprego e renda.
Como bem diz especialista do DIEESE, e por assim concordamos, o termômetro dos tecnocratas do Banco Central tem se mostrado extremamente frio com o setor produtivo, que gera emprego e renda, mas apresenta uma temperatura muito agradável para os especuladores.
As consequências dessa política monetária, que vem sendo praticada pelo Banco Central nos últimos anos, são danos irreparáveis ao desenvolvimento do Brasil, porque trava toda a economia. A taxa alta tem impactos nas taxas de juros de todo o sistema financeiro, ou seja, aumenta o custo do dinheiro para as famílias e empresas.
A economia real não pode ficar refém do mercado. É inadmissível que os trabalhadores e empreendedores sigam pagando caro por esta política de juros altos do Banco Central, que encarece o crédito, aumenta o endividamento das famílias e empresas, impõe dificuldades ao financiamento imobiliário e trava o investimento produtivo, comprometendo a desenvolvimento e a geração de emprego e renda”
A manutenção dos juros só serve para restringir o crédito, permitir que os bancos continuem se alimentando de taxas abusivas, e acenar que a produção deve seguir em ritmo lento diante das incertezas geradas por uma política econômica distante da realidade e das necessidades do país.
O estímulo ao trabalho mobiliza a economia para gerar renda e condições dignas de vida para toda sociedade. É nisso que apostamos para o desenvolvimento de um Brasil justo, soberano e igualitário!!!
Damázio Sena ::: Presidente da FUPESP
