::: NOTA DE SOLIDARIEDADE DA FUPESP ::: Ao povo da zona da mata, em Minas Gerais, vitimado pelas fortes chuvas
A direção da Federação dos Funcionários Públicos Municipais no Estado de São Paulo (FUPESP) vem por meio deste comunicado lamentar profundamente a tragédia climática ocorrida por conta das fortes chuvas, na região da zona da mata, em Minas Gerais, desde o último dia 23 de fevereiro.
Uma catástrofe natural, mas sem plano de prevenção a desastres climáticos, que tem dilacerado cidades, casas, comércios, sonhos e famílias, com as quais nos solidarizamos neste momento delicado.
Esta entidade sindical cobra das autoridades - em todas as esferas (municipal, estadual e federal) - ações efetivas para o socorro e atendimento às pessoas flageladas. E, a posteriori, ações estratégicas de proteção social e contenção das chuvas nesta região, de forma a garantir o bem-estar de seus cidadãos.
Não podemos aceitar que em pleno século XXI pessoas ainda sejam vitimas de desastres naturais em virtude da falta de projetos públicos hídricos, de sustentabilidade e de moradia. O inundar de manchetes na imprensa “uma tragédia anunciada” mostram a incompetência histórica em resolver a questão.
Direcionamento de recursos do PAC para cidades vulneráveis, por meio do Ministério do Meio Ambiente, voltados à criação de plano de prevenção a desastres climáticos, e necessidade de formação de regime jurídico da emergência climática para os municípios mais suscetíveis aos desastres naturais, são propostas efetivas neste contexto, que defendemos e nos posicionaremos com uma cobrança direta em nossos fóruns de representação.
Nossa federação tem histórico de representação sindical, mas surgiu das bases sociais como agente social permanente de atendimento, suporte e cuidado aos trabalhadores das entidades filiadas e seus dependentes.
Damázio Sena
Presidente FUPESP
Uma catástrofe natural, mas sem plano de prevenção a desastres climáticos, que tem dilacerado cidades, casas, comércios, sonhos e famílias, com as quais nos solidarizamos neste momento delicado.
Esta entidade sindical cobra das autoridades - em todas as esferas (municipal, estadual e federal) - ações efetivas para o socorro e atendimento às pessoas flageladas. E, a posteriori, ações estratégicas de proteção social e contenção das chuvas nesta região, de forma a garantir o bem-estar de seus cidadãos.
Não podemos aceitar que em pleno século XXI pessoas ainda sejam vitimas de desastres naturais em virtude da falta de projetos públicos hídricos, de sustentabilidade e de moradia. O inundar de manchetes na imprensa “uma tragédia anunciada” mostram a incompetência histórica em resolver a questão.
Direcionamento de recursos do PAC para cidades vulneráveis, por meio do Ministério do Meio Ambiente, voltados à criação de plano de prevenção a desastres climáticos, e necessidade de formação de regime jurídico da emergência climática para os municípios mais suscetíveis aos desastres naturais, são propostas efetivas neste contexto, que defendemos e nos posicionaremos com uma cobrança direta em nossos fóruns de representação.
Nossa federação tem histórico de representação sindical, mas surgiu das bases sociais como agente social permanente de atendimento, suporte e cuidado aos trabalhadores das entidades filiadas e seus dependentes.
Damázio Sena
Presidente FUPESP
