Aumento será votado só em agosto
Jornal de Brasília
O aumento salarial dos médicos da rede pública, que deveria entrar em vigor no dia 1º de junho foi adiado. O projeto de lei autorizando o reajuste não foi votado e, agora, só deve retornar à pauta depois do recesso legislativo, em agosto. Embora a aplicação do reajuste faça parte de acordo celebrado entre o GDF e a categoria, beneficiando quatro mil médicos, a proposta não foi aprovada em virtude de uma emenda apresentada em plenário, que estenderia o reajuste a todos os 22 mil servidores da saúde, colocando em lados opostos as entidades que representam os funcionários públicos do setor. "Entre os 22 mil servidores da saúde e os 4.027 médicos, os deputados preferiram ficar do lado onde há mais votos", desabafou o presidente do SindMédico/DF, César Galvão, que foi à CLDF acompanhar a votação que acabou não acontecendo. O líder do governo na Câmara, deputado Leonardo Prudente (DEM), garantiu que vai viabilizar a votação do aumento salarial dos médicos na primeira semana de agosto, no retorno do recesso parlamentar, com retroatividade a junho.
