Coluna - Maria Eugênia Jornal de Brasília

A audiência de conciliação entre o sindicato e a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), foi suspensa ontem sem uma definição sobre a greve da categoria. Com isso, continua em 23 estados mais Distrito Federal a paralisação iniciada na terça-feira da semana passada. O presidente do TST, ministro Rider Nogueira de Brito, propôs intermediar pessoalmente a negociação mediante a volta de todos os funcionários da empresa ao trabalho. Duas reuniões semanais, de acordo com a proposta, seriam realizadas até o fim de julho entre as partes. Porém, Correios e sindicalistas não chegaram a um acordo, e a audiência no TST será retomada no próximo dia 15. Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), a categoria reivindica a incorporação de 30% de adicional de periculosidade nos salários, negociação do plano de carreira e participação nos lucros. Como não houve acordo, fica mantida a liminar que determina que pelo menos 50% dos funcionários dos Correios retomem o trabalho, sob pena de multa diária de R$ 30 mil.

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Audiência termina sem acordo

Publicado: 8/07/2008 | 10:36


Coluna - Maria Eugênia
Jornal de Brasília

A audiência de conciliação entre o sindicato e a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), foi suspensa ontem sem uma definição sobre a greve da categoria. Com isso, continua em 23 estados mais Distrito Federal a paralisação iniciada na terça-feira da semana passada. O presidente do TST, ministro Rider Nogueira de Brito, propôs intermediar pessoalmente a negociação mediante a volta de todos os funcionários da empresa ao trabalho. Duas reuniões semanais, de acordo com a proposta, seriam realizadas até o fim de julho entre as partes. Porém, Correios e sindicalistas não chegaram a um acordo, e a audiência no TST será retomada no próximo dia 15. Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), a categoria reivindica a incorporação de 30% de adicional de periculosidade nos salários, negociação do plano de carreira e participação nos lucros. Como não houve acordo, fica mantida a liminar que determina que pelo menos 50% dos funcionários dos Correios retomem o trabalho, sob pena de multa diária de R$ 30 mil.