O senador Paulo Paim (PT-RS) protocolou, nesta terça-feira (1º), projeto de lei que revoga a Lei da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017).

O senador Paulo Paim (PT-RS) protocolou, nesta terça-feira (1º), projeto de lei que revoga a Lei da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017).
O líder do governo também disse que haverá corte de 60 mil cargos públicos. "O governo está cortando 60 mil cargos públicos e uma série de outras medidas", afirmou.
Representantes dos servidores públicos federais decidiram nesta terça-feira (15) que farão um dia de protestos no fim de agosto contra a intenção do governo de congelar o reajuste salarial de algumas categorias do funcionalismo público e de limitar o salário inicial de novos servidores a R$ 5.000.
Para 2018, o salário mínimo poderá aumentar 4,5% e passar dos atuais R$ 937 para R$ 979, a partir de 1º de janeiro.
Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), 85,9% dos municípios apresentaram situação fiscal difícil ou crítica em 2016.
O fim do financiamento obrigatório (que entidades tentam reverter) é só um dos efeitos da reforma trabalhista sobre os sindicatos —e, se bem usado, pode fortalecê-los, defendem cinco economistas que pesquisaram a atividade no país.
A comissão da Câmara que analisa a reforma política aprovou no final da noite desta quarta-feira (9) por 25 votos a 8 o texto-base do relatório que cria mais um fundo público de financiamento das campanhas, de R$ 3,6 bilhões, além da extinção dos cargos de vice no país.
Nova rodada da pesquisa do Vox Populi, divulgada nesta segunda-feira (7), aponta rejeição à "reforma" trabalhista do governo Temer, materializada pela Lei 13.467, sancionada em julho.
Medida, aprovada na Câmara e que agora segue para o Senado, pode impactar estrutura de cargos e ganhos do setor público, dizem especialistas.
O presidente da Fupesp, Dr. Damazio Sena, acompanhou os dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos de Jundiaí a Brasília (08/08).