As Centrais Sindicais manifestam discordância em relação ao diagnóstico do governo federal de que a explosão dos gastos públicos é a causa do atual desequilíbrio fiscal do Estado Brasileiro. Divergem também da estratégia que afirma que a retomada do crescimento econômico deve passar por um arrocho nas despesas públicas

O Congresso Nacional derrubou (27) o veto do presidente Jair Bolsonaro que barrava a notificação compulsória à polícia dos casos de violência contra mulheres atendidas no sistema de saúde. No total, o Congresso derrubou sete vetos do presidente.
A expectativa de vida dos brasileiros aumentou em 3 meses e 4 dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas hoje pelo IBGE.
Após crescer 1,3% entre maio e julho, um acréscimo de 1,2 milhão de pessoas ocupadas, o aumento verificado no trimestre que vai de agosto a outubro foi de 0,5%, cerca de 470 mil pessoas a mais.
Desde o início do ajuste fiscal, no governo Temer, quando foi aprovada a Emenda Constitucional 95, do teto de gasto, também conhecida como novo regime fiscal, passando pela reforma da previdência de Bolsonaro, o servidor público tem sido escolhido como alvo do ajuste fiscal.
É com grande pesar e decepção que a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB e seu conjunto de entidades filiadas vêm a público rechaçar recente declaração do Ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo.
“Se não melhorar o sistema vai parar”. Com esse grito de guerra centenas de agentes penitenciários se uniram a o utros servidores, em frente à Secretaria de Segurança Pública (5), no centro da Capital paulista, para protestar contra o índice de 5% de reajuste salarial proposto pelo governador João Doria. Cerca de 10 mil servidores da área de segurança participaram do protesto.
NCST, José Calixto Ramos, participou (29) de audiência pública na Comissão de Trabalho de Administração e de Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados, que discutiu reforma sindical. Convocada pela deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), a audiência pública surge na esteira das discussões em torno de propostas que sugerem mudanças da estrutura sindical.
Representantes de Confederações filiadas ao Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) se reuniram em Brasília (5), a fim de articular estratégias de divulgação do Projeto de Lei 5.552/19, que prevê a regulamentação das regras para organização sindical, previstas no artigo 8° da Constituição.
O mercado de trabalho ainda tem muitas desigualdades para negros ou pardos, mulheres e jovens.