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Notícia

Apesar de forte retração, indústria dá sinais de recuperação em abril

Os dois principais ministros econômicos do governo, Guido Mantega, da Fazenda e Paulo Bernardo, do Planejamento, afirmam que a produção industrial já demonstra sinais de recuperação a partir de março, apesar da "forte" retração no primeiro trimestre deste ano. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, concorda que há sinais de recuperação, mas ele avalia como "tênues". A redução da produção do setor industrial superou as previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que era da ordem de 4,4% no primeiro trimestre, na comparação com igual período de 2008. Os técnicos do instituto também não descartam a hipótese de uma recessão técnica no primeiro trimestre. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou ontem que a produção industrial cresceu 0,7% em março sobre fevereiro, entretanto, despencou 10% sobre igual mês do ano anterior. No trimestre, a redução foi de 14,7% na comparação com igual etapa de 2008 e 7,9%, se comparar com o último trimestre do ano passado. Para Mantega, a partir de março e abril a economia já voltou a acelerar e apresentar crescimento: "Estamos olhando para o passado, mas para o presente a economia está melhorando nitidamente". Apesar de o resultado da produção industrial ter sido negativo entre janeiro e fevereiro, Paulo Bernardo enfatizou que o setor já começou a reagir. "Há sinais claros de que a economia demonstra recuperação; estamos animados que o ritmo será mantido e será acelerado (nos próximos meses)", estimou o ministro do Planejamento, lembrando que é importante lembrar que a atividade já sobe por três meses seguidos. Monteiro Neto, concorda que a alta de 0,7% da produção industrial em março, sobre fevereiro, mostra que "foi interrompida a queda-livre" experimentada pela produção industrial entre o fim de 2008 e inicio de 2009. Para a CNI, a economia nacional deverá ter crescimento próximo de zero em 2009, puxada, em parte pela indústria, que deve cair. Fonte: Jornal do Brasil

 

Os dois principais ministros econômicos do governo, Guido Mantega, da Fazenda e Paulo Bernardo, do Planejamento, afirmam que a produção industrial já demonstra sinais de recuperação a partir de março, apesar da "forte" retração no primeiro trimestre deste ano.

 

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, concorda que há sinais de recuperação, mas ele avalia como "tênues".

 

A redução da produção do setor industrial superou as previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que era da ordem de 4,4% no primeiro trimestre, na comparação com igual período de 2008. Os técnicos do instituto também não descartam a hipótese de uma recessão técnica no primeiro trimestre.

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou ontem que a produção industrial cresceu 0,7% em março sobre fevereiro, entretanto, despencou 10% sobre igual mês do ano anterior.

 

No trimestre, a redução foi de 14,7% na comparação com igual etapa de 2008 e 7,9%, se comparar com o último trimestre do ano passado. Para Mantega, a partir de março e abril a economia já voltou a acelerar e apresentar crescimento:

 

"Estamos olhando para o passado, mas para o presente a economia está melhorando nitidamente".

 

Apesar de o resultado da produção industrial ter sido negativo entre janeiro e fevereiro, Paulo Bernardo enfatizou que o setor já começou a reagir.

 

"Há sinais claros de que a economia demonstra recuperação; estamos animados que o ritmo será mantido e será acelerado (nos próximos meses)", estimou o ministro do Planejamento, lembrando que é importante lembrar que a atividade já sobe por três meses seguidos.

 

Monteiro Neto, concorda que a alta de 0,7% da produção industrial em março, sobre fevereiro, mostra que "foi interrompida a queda-livre" experimentada pela produção industrial entre o fim de 2008 e inicio de 2009.

Para a CNI, a economia nacional deverá ter crescimento próximo de zero em 2009, puxada, em parte pela indústria, que deve cair.

Fonte: Jornal do Brasil