No mesmo avião, vieram o senador Flávio Arns (PSDB-PR), que é seu sobrinho, e o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Depois de preparado por uma funerária de Brasília, o cadáver segue para ser velado no Palácio das Araucárias, em Curitiba. O enterro será à tarde.
Ao desembarcar, Flávio Arns falou da situação no país devastado.
- O Haiti está completamente destruído, por isso o corpo de dona Zilda veio da maneira que veio, mas foi a melhor maneira encontrada diante da situação do país. Não há condições mínimas. É inacreditável. Há mortos espalhados pelas ruas. A destruição foi completa. Falta comida, água, médicos e suprimentos básicos. As crianças choram nas ruas, pedindo ajuda - disse o senador.
Teresa Cardoso / Agência Senado