As 6 maiores centrais sindicais manifestaram ao presidente Jair Bolsonaro, a disposição de construir “diálogo em benefício dos trabalhadores”.

As 6 maiores centrais sindicais manifestaram ao presidente Jair Bolsonaro, a disposição de construir “diálogo em benefício dos trabalhadores”.
O governo Jair Bolsonaro (PSL) é claramente contrário aos direitos trabalhista e à Justiça do Trabalho.
Os dois indicadores do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) fecharam 2018 com estabilidade.
Recente extinção do Ministério do Trabalho deve descoordenar ações de políticas públicas para a área, enquanto possível supressão da Justiça do Trabalho pode desestimular ações trabalhistas.
Desde o dia 1º, o piso salarial do magistério está em R$ 2.557,74, o que representa um aumento de 4,17%, segundo o Ministério da Educação MEC).
Pesquisa realizada pelo DataFolha aponta que os brasileiros são contra as privatizações e também não querem a redução de direitos trabalhistas, dois dos itens mais associados ao ideário liberal.
A subocupação foi uma parcela relevante das 1,24 milhão de ocupações surgidas no Brasil de agosto a outubro do último ano.
O ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta terça-feira, em entrevista à rádio CBN, que o governo federal pode privatizar ou liquidar cerca de 100 estatais, como forma de levantar recursos e reduzir gastos.
A diluição das competências do Ministério do Trabalho entre várias pastas e secretarias resultará numa grave perda de relevância dos temas da área no contexto governamental.
Pontos da reforma trabalhista não estão sendo aplicados em alguns Estados. Pelo menos cinco tribunais regionais do trabalho (TRTs) consideraram inconstitucionais dispositivos da Lei nº 13.467, de 2017, que alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).