A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável realiza às 10 horas audiência pública sobre a Medida Provisória 458/09, que autoriza a transferência, sem licitação, de terrenos da União com até 1,5 mil hectares, na Amazônia Legal, a quem esteja em sua posse antes de dezembro de 2004. Pessoas jurídicas, servidores públicos e estrangeiros não são beneficiados.

Deverão participar do debate:
- o relator da MP, deputado Asdrubal Bentes (PMDB-PA); 
- o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério de Meio Ambiente, Egon Krakhecke; 
- a assessora técnica do Ministério do Desenvolvimento Agrário Shirley Anne; 
- o diretor do Departamento de Assuntos Fundiários da Secretaria de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Celso Santos Carvalho; 
- o secretário-adjunto de Patrimônio da União, Jorge Arzarbe.

Leia mais:
Começa audiência pública sobre fim do fator previdenciário
Finanças faz audiência sobre fim do fator previdenciário

Notícias anteriores:
Relator rejeita pressões do governo sobre MP de Terras da Amazônia 
Relator da MP da Amazônia facilita ainda mais a aquisição de terras 

Da Redação/WS

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:[email protected]

02-04-2009 | 10:59

 Duas comissões da Câmara e a Frente Parlamentar pela Igualdade Racial promovem nesta manhã audiência pública para debater a atuação brasileira na Conferência Mundial da ONU contra o Racismo - Durban 2. A conferência será realizada em Genebra (Suíça), de 20 a 24 de abril, precedida por reunião do comitê preparatório, que começa em 14 de abril.

A audiência de hoje será promovida pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. "A Comissão de Direitos Humanos e a Frente Parlamentar pela Igualdade Racial assumiram o compromisso de contribuir para que a delegação brasileira tenha papel ativo na luta pela eliminação da discriminação racial", afirmou a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), uma das requerentes do evento.

O evento também foi solicitado pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Luiz Couto (PT-PB), e pelo coordenador da Frente Parlamentar pela Igualdade Racial, deputado Carlos Santana (PT-RJ).

Convidados
Foram convidados para a audiência:
- o ministro Edson Santos, da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República;
- a diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério das Relações Exteriores, ministra Glaucia Silveira Gauch;
- o secretário de Ações com a Sociedade e o Governo da Comunidade Bahá'i do Brasil, Iradj Roberto Eghrari;
- a diretora da organização não governamental Criola, Lúcia Xavier;
- a secretária de Promoção da Igualdade da Bahia, Luiza Bairros;
- a relatora da Conferência Mundial contra o Racismo (Durban 2001) e representante da Coordenadoria da Mulher e da Igualdade Racial, Edna Roland.

A audiência será realizada às 10h, no plenário 9.

Leia mais:
Começa audiência sobre conferência da ONU contra o racismo

Notícias anteriores:
Deputados repudiam discriminação e pedem aprovação de cotas
Ministro pede prioridade para Estatuto da Igualdade Racial 

Da Redação/PT

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:[email protected]

02-04-2009 | 10:58

 A instalação da comissão especial que analisará o projeto de reforma universitária (PL4212/04), marcada para hoje, foi adiada para a próxima terça-feira (7), às 14 horas, no plenário 11.

Notícias anteriores:
Comissão da reforma universitária será instalada hoje

Da Redação/PCS

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:[email protected]

02-04-2009 | 10:57

 PSDB, DEM e PPS entregam hoje ao presidente da Câmara, Michel Temer, três projetos de lei que têm, por finalidade, reduzir o impacto da crise econômica nos municípios. Um dos projetos amplia os limites para os municípios contrairem novas dívidas. Hoje, por determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN), estes limites são inferiores aos da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Outro projeto autoriza a União a emitir papéis da dívida pública para compensar eventuais perdas de receita de estados, municípios e do Distrito Federal em razão de queda de arrecadação e consequente redução dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O terceiro projeto prevê que recursos do Fundo Soberano também poderão ser usados na suplementação de recursos para os municípios. 

O objetivo da oposição com os projetos é evitar a interrupção em ações sociais executadas pelos municípios, principalmente aquelas destinadas à população mais carente, como a compra da merenda escolar, o funcionamento de creche e o atendimento à saúde.

Da Redação/PCS

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:[email protected]

02-04-2009 | 10:57

 Começou há pouco a audiência pública da Comissão de Finanças e Tributação para discutir o projeto que extingue o fator previdenciário (PL 3299/08, do Senado).

O relator do projeto, deputado deputado Pepe Vargas (PT-RS), vai ouvir o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Leonardo Rangel; o chefe do Departamento de Risco de Mercado do BNDES, Fábio Giambiagi; o pesquisador do IBGE Kaizô Beltrão; e o advogado especialista em Previdência Social Matusalém dos Santos.

A audiência está sendo realizada no plenário 4.

Leia mais:
Meio Ambiente debate MP que regulariza terras na Amazônia
Finanças faz audiência sobre fim do fator previdenciário

Reportagem - Rodrigo Bittar
Edição - Wilson Silveira 

02-04-2009 | 10:56

 Começou há pouco a audiência pública para debater a atuação brasileira na Conferência Mundial da ONU contra o Racismo - Durban 2. A conferência será realizada em Genebra (Suíça), de 20 a 24 de abril, precedida por reunião do comitê preparatório, que começa em 14 de abril.

A audiência é promovida pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, e pela Frente Parlamentar pela Igualdade Racial. O deputado Ricardo Quirino (PR-DF), integrante da Comissão de Direitos Humanos, preside a reunião, que ocorre no plenário 9.

Leia mais:
Audiência discute revisão da conferência da ONU contra racismo

Reportagem - Noéli Nobre
Edição - Pierre Triboli


(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:[email protected]

02-04-2009 | 10:56

 Começou há pouco a audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável sobre a Medida Provisória 458/09, que autoriza a transferência, sem licitação, de terrenos da União com até 1,5 mil hectares, na Amazônia Legal, a quem esteja em sua posse antes de dezembro de 2004. 

O deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA), que propôs o debate, criticou a baixa presença de deputados, considerando-se a importância do tema.

Participam do debate:
- o relator da MP, deputado Asdrubal Bentes (PMDB-PA); 
- o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério de Meio Ambiente, Egon Krakhecke; 
- a assessora técnica do Ministério do Desenvolvimento Agrário Shirley Anne; 
- o diretor do Departamento de Assuntos Fundiários da Secretaria de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Celso Santos Carvalho; 
- o secretário-adjunto de Patrimônio da União, Jorge Arzarbe.

Reportagem - Sílvia Mugnatto /Rádio Câmara 
Edição - Wilson Silveira 

02-04-2009 | 10:19

 A Seção Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso ordinário em agravo regimental da JBS S.A. relativo a não-homologação, em primeira instância, de acordo realizado com um ex-empregado. Segundo o ministro Barros Levenhagen, relator do recurso na SDI-2, os processos submetidos à apreciação da Justiça do Trabalho estão sempre sujeitos à conciliação. Porém, disso não se deduz “a obrigatoriedade de o juiz homologar acordo celebrado entre as partes, podendo não fazê-lo, por cautela”, concluiu o relator. 

O recurso foi interposto porque a Justiça do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) indeferiu mandado de segurança impetrado pela JBS, que alegou ilegalidade do ato da juíza do Trabalho que se absteve de homologar acordo firmado entre as partes, com o objetivo de manter realização da perícia já designada. A empresa argumentou que a transação foi pactuada sem vícios, e que foi violado o direito líquido e certo das partes à homologação de avença livremente firmada no curso da reclamação. 

Para o ministro Levenhagen, a homologação do acordo foi indeferida porque o conflito se referia às condições do ambiente de trabalho, e a juíza registrou ser necessária prévia intervenção do Ministério Público. De acordo com o relator, “diante do fundamento da decisão, e não consistindo a homologação de acordo em obrigação do julgador”, não haveria direito líquido e certo a ser protegido na ação. 

O trabalhador foi dispensado em novembro de 2006, após 21 anos de serviços prestados à empresa como servente. Na reclamação trabalhista em que pedia adicional de insalubridade em grau máximo, entre outras verbas, contou que trabalhava em locais de intenso calor e ruído sem equipamentos de proteção individual. Na audiência, a Vara do Trabalho de Barretos (SP) verificou que tramitavam ali 250 processos contra a JBS, todos com o mesmo objeto – as condições insalubres no local de trabalho. O juízo determinou então a realização de laudo pericial de insalubridade em todos os setores da empresa, e não apenas no setor onde trabalhava o autor – o de cozimento/enlatamento para o mercado interno, para que o laudo pudesse ser usado como prova também nas demais reclamações. Os autos ficaram suspensos, aguardando a perícia. 

Em março de 2008, a JBS firmou acordo de R$ 10 mil com o servente, com o pagamento condicionado à homologação de acordo. Em abril de 2008, o perito foi impedido de entrar na empresa, e o Ministério Público do Trabalho solicitou intervenção, que foi deferida. O juízo de primeira instância, então, não homologou o acordo, por entender ser necessária prévia intervenção do Ministério Público, pois a transação poderia ser lesiva ao interesse do trabalhador. ( ROAG-700/2008-000-15-40.2

(Lourdes Tavares) 


Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial. 
Permitida a reprodução mediante citação da fonte 
Assessoria de Comunicação Social 
Tribunal Superior do Trabalho 
Tel. (61) 3314-4404 
[email protected]

02-04-2009 | 10:19

 Os senadores decidiram votar em Plenário nesta quarta-feira (1º) o projeto (PLC 10/09) que reabre para os imigrantes em situação irregular no país prazo para que solicitem residência provisória. Em reunião dos líderes partidários, no início da tarde, foi feito acordo para votação do projeto nesta terça-feira (31) como ele saiu da Câmara, mas o relator da matéria, senador Romeu Tuma (PTB-SP), apresentou quatro emendas ao projeto durante a discussão no Plenário. Com isso, alguns líderes pediram 24 horas para examinar as mudanças.

Entre outras coisas, Romeu Tuma decidiu mudar a data limite de entrada do imigrante. A Câmara havia permitido a residência provisória para quem comprovasse entrada no país até o dia 1º de fevereiro deste ano. Tuma quer que a data limite seja anterior, em 1º de novembro de 2008, por entender que, após o anúncio feito pelo governo no ano passado sobre a reabertura do prazo para regularização de imigrantes, muitos "comerciantes inescrupulosos" podem ter facilitado a entrada ilegal de estrangeiros, prevendo a regularização. Para ele, tais empresários "são verdadeiros donos de escravos", que os colocam para trabalhar escondidos em fundos de quintal.

De acordo com o projeto, o pedido de residência provisória por imigrantes irregulares é o primeiro passo para a solicitação de residência definitiva, desde que se cumpram algumas exigências. Ao pedir a residência provisória, o estrangeiro deve apresentar um comprovante de entrada no país, além de uma declaração de que não responde a processo criminal ou de que não tenha sido condenado criminalmente no Brasil ou no exterior. Ele então paga uma taxa para a expedição da Carteira de Identidade de Estrangeiro.

Em até 90 dias antes do vencimento desta carteira, o estrangeiro poderá requerer sua transformação em permanente. Para isso, precisará comprovar outras condições, entre elas o exercício de profissão ou emprego lícito ou ter bens suficientes para sua manutenção e de sua família. Também não pode ter dívidas fiscais ou antecedentes criminais e não ter saído do país por mais de 90 dias consecutivos durante a residência provisória. Calcula-se que existam no Brasil de 150 mil a 200 mil estrangeiros em situação irregular.

Esta é a segunda vez que está sendo reaberto nos últimos anos o prazo para pedidos de regularização de estrangeiros - o último havia terminado em 1998. Detalhe: se forem aprovadas as emendas do senador Romeu Tuma, a matéria retornará ao exame dos deputados.

Metas do Milênio

Na mesma sessão, os líderes partidários decidiram adiar a votação de um requerimento da senadora Kátia Abreu (DEM-TO) que propõe a criação de uma subcomissão temporária para acompanhar o cumprimento, por parte do governo, das oito Metas do Milênio fixadas pela Organização das Nações Unidas, entre elas o fim da fome até 2015. Segundo o presidente do Senado, José Sarney, os líderes vão reestudar a situação das várias subcomissões do Senado e, logo depois, decidirão sobre o requerimento de Kátia Abreu.

Eli Teixeira / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
89447

01-04-2009 | 11:30

  comissão especial da crise financeira na área de agricultura realiza nesta tarde audiência pública para ouvir o economista do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) José Roberto Afonso, assessor técnico da Comissão de Crise do Senado Federal.


A comissão especial é uma das cinco criadas pela Câmara para propor ações para reduzir o impacto da crise financeira mundial no País.

A comissão é presidida pelo deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES). O relator é o deputado Abelardo Lupion (DEM-PR). 

A audiência está marcada para as 14h30 no plenário 4.

Notícias anteriores:
Temer pede resultado das comissões sobre a crise em 50 dias 
Comissões da crise convidam ministros e elegem vice-presidentes 
Comissões especiais da crise elegem presidentes e relatores 

Da Redação/PCS

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:[email protected]

 

01-04-2009 | 11:21